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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

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Adolescente que estava assustando as pessoas usando máscara de palhaço é apreendido.


Laranjeiras - Adolescente que estava assustando as pessoas usando máscara de palhaço é apreendido

Na manhã desta sexta dia 28, um menor usando máscara de palhaço foi apreendido.

Ele estava na esquina da Rua Sete de Setembro com a Rua Diogo Pinto, próximo a rodoviária.

Segundo informações, o menor estava usando uma máscara de palhaço e assustando as pessoas.

O adolescente é morador da localidade de Restinga em Virmond.

Ele estava em Laranjeiras do Sul participando da passeata dos alunos e professores e aproveitou a oportunidade para assustar as pessoas.

Ele foi denunciado, apreendido e encaminhado à 2ª SDP para os procedimentos cabíveis.

Após a realização dos procedimentos, ele foi entregue à sua avô que reside em Laranjeiras do Sul.

Fonte: Portal Cantu.
Brasil tem mais mortes violentas do que a Síria em guerra.


O Brasil registrou mais mortes violentas de 2011 a 2015 do que a Síria, país em guerra, em igual período. Os dados, divulgados hoje (28), são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Foram 278.839 ocorrências de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes decorrentes de intervenção policial no Brasil, de janeiro de 2011 a dezembro de 2015, frente a 256.124 mortes violentas na Síria, entre março de 2011 a dezembro de 2015, de acordo com o Observatório de Direitos Humanos da Síria.
“Enquanto o mundo está discutindo como evitar a tragédia que tem ocorrido em Alepo, em Damasco e várias outras cidades, no Brasil a gente faz de conta que o problema não existe. Ou, no fundo, a gente acha que é um problema é menor. Estamos revelando que a gente teima em não assumi-lo como prioridade nacional”, destacou o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima.
Apenas em 2015, foram mortos violentamente e intencionalmente 58.383 brasileiros, resultado que representa uma pessoa assassinada no país a cada 9 minutos, ou cerca de 160 mortos por dia. Foram 28,6 pessoas vítimas a cada grupo de 100 mil brasileiros. No entanto, em comparação a 2014 (59.086), o número de mortes violentas sofreu redução de 1,2%. “A retração de 1,2% não deixa de ser uma retração, mas em um patamar muito elevado, é uma oscilação natural, de um número tão elevado assim”, ressaltou Lima.
Das 58.383 mortes violentas no Brasil em 2015, 52.570 foram causadas por homicídios (queda de 1,7% em relação a 2014); 2.307 por latrocínios (aumento de 7,8%); 761 por lesão corporal seguida de morte (diminuição de 20,2%) e 3.345 por intervenção policial (elevação de 6,3%)

ESTADOS

Sergipe, com 57,3 mortes violentas intencionais a cada grupo de 100 mil pessoas, é o estado mais violento do Brasil, seguido por Alagoas (50,8 mortes para cada grupo de 100 mil) e o Rio Grande do Norte (48,6). Os estados que registraram as menores taxas de mortes violentas intencionais foram São Paulo (11,7 a cada 100 mil pessoas), Santa Catarina (14,3) e Roraima (18,2).
“Os estados em que as mortes crescem, com exceção de Pernambuco, são os que não têm programa de redução de homicídios. Você percebe que quando há política pública, quando você prioriza o problema, são conseguidos alguns resultados positivos”, disse Lima.
As unidades da Federação que mais aumentaram o número de mortes violentas foram o Rio Grande do Norte (elevação de 39,1%), Amazonas (19,6%), e Sergipe (18,2%). Os que mais diminuíram foram Alagoas (queda de 20,8%), o Distrito Federal (-13%), e o Rio de Janeiro (-12,9%).
“Alagoas, estado que mais reduziu o número de mortes, é um caso muito interessante. É o único que tem um programa, em parceria inclusive com o governo federal, há alguns anos. Uma parceria que envolve não só a Força Nacional, mas outras dimensões de equipamentos. O estado que tem integração formal de diferentes entes da Federação é aquele que conseguiu reduzir com mais intensidade”, disse Lima.
De acordo com o diretor-presidente do fórum, a grande maioria dos oito estados que têm programas de redução de homicídios teve diminuição no número de mortes violentas: Alagoas (-20,8%), Bahia (-0,9%), Ceará (-9,2%), Distrito Federal (-13%), Espírito Santo (-10,7%), Pernambuco (+12,4%), Rio de Janeiro (-12,9%), e São Paulo (-11,4%).

LETALIDADE POLICIAL

De acordo com o anuário, a cada dia, pelo menos 9 pessoas foram mortas por policiais no Brasil em 2015, resultando num total de 3.345 pessoas, ou uma taxa de 1,6 morte a cada grupo de 100 mil pessoas. O número é 6,3% superior ao registrado no ano anterior. São Paulo foi o estado com o maior número de pessoas mortas por policiais em 2015: 848. As maiores taxas de letalidade policial registradas no último ano foram nos estados do Amapá (5 para cada grupo de 100 mil pessoas), Rio de Janeiro (3,9) e de Alagoas (2,9). Considerando-se os números absolutos, São Paulo e o Rio de Janeiro concentram sozinhos 1.493 mortes decorrentes de intervenções policiais, ou 45% do total registrado no país.
A taxa brasileira de letalidade policial (1,6) supera a de países como Honduras (1,2) e África do Sul (1,1). “Isso demonstra um padrão de atuação que precisa ser revisto urgentemente. Esse padrão faz com que você tenha [no Brasil] o número de pessoas mortas por intervenção policial como o mais alto do mundo. Nossa taxa de letalidade policial é maior do que a de Honduras, que é considerado o país mais violento em termos proporcionais, em termos de taxa, do mundo”.
“Esse é um problema que continua muito sério no país e não está submetido especificamente à dimensão dessa nova realidade, seja a lei de terrorismo ou outras questões. Mas estamos com um problema muito agudo do padrão de trabalho das polícias”, destacou Lima.
O total de policiais vítimas de homicídios em serviço e fora do horário do expediente também é elevado no Brasil. Em 2015, foram mortos 393 policiais, 16 a menos do que no ano anterior. Proporcionalmente, os policiais brasileiros são três vezes mais assassinados fora do horário de trabalho do que no serviço: foram 103 mortos durante o expediente (crescimento de 30,4% em relação a 2014) e 290 fora (queda de 12,1% em relação a 2014), geralmente em situações de reação a roubo (latrocínio).
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que está em sua 10ª edição, será lançado no dia 3 de novembro pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Fonte: Rede Sul.

BR-277 entre o município de Candói e Guarapuava, está entre as melhores do Paraná.


Candói - BR-277 entre o município e Guarapuava, está entre as melhores do Paraná

Pesquisa da Confederação Nacional de Transporte (CNT) 2016, divulgada nesta semana, mostra que o Paraná tem as melhores rodovias da região Sul do Brasil.

Foram analisados 6.244 quilômetros no Estado.

O estudo apontou que 45,4% das rodovias são consideradas ótimas ou boas. A média no Sul ficou em 40,7% nestes mesmos quesitos.

O trecho entre Guarapuava e o município de Candói, cerca de 60 quilômetros, está na lista das rodovias paranaenses apontadas como ótimas ou boas, ao lado da PR-317, entre Maringá e Engenheiro Beltrão; a PR-151, entre Jaguariaíva e Senges, e a PR-407, no Litoral.

De acordo com  a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística, a malha rodoviária estadual conta com 12 mil quilômetros de rodovias. O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) tem um dos maiores programas de conservação e manutenção de rodovias do país, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro. Ao todo são cerca de 2 mil homens trabalhando diariamente, fazendo serviços de manutenção e conservação das rodovias.

“Nos últimos anos temos investido tanto em manutenção e conservação de rodovias como em novas duplicações. Isto reflete em melhores condições de trafegabilidade nas nossas estradas”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Somente neste ano foram investidos R$ 190 milhões em trabalhos de conservação e manutenção de rodovias estaduais, com recursos do Governo do Paraná. A PR-364, entre Irati e o distrito de Guaramirim, no Centro-Sul do Estado, é uma das rodovias que recebe obras de conservação.

Até o fim deste ano serão recuperados mais 6,1 quilômetros da rodovia. São investidos R$ 1,1 milhão nesta etapa. O trecho em obras é o principal acesso ao município de Inácio Martins e cerca de mil veículos por dia passam pelo local.

A rodovia é bastante utilizada por agricultores da região para escoamento da safra de produtos como milho, feijão e soja e para o transporte das indústrias madeireiras.

De acordo com Richa Filho, no Paraná está em andamento o maior programa de duplicação de rodovias dos últimos 25 anos. Ao todo são 756 quilômetros, entre obras entregues, em andamento ou em projetos. Desde 2011 já foram investidos cerca de R$ 2 bilhões na duplicação de rodovias, o que gerou mais segurança e conforto para os motoristas que circulam pelo Anel de Integração do Estado.

Segundo a pesquisa da CNT, as rodovias de Santa Catarina tiveram 40,7% entre ótimas ou boas e o Rio Grande do Sul 37,3%. O resultado do Paraná também ficou acima da média nacional. No Brasil inteiro, a Pesquisa CNT de Rodovias 2016 analisou 103.259 quilômetros. Foram consideradas ótimas ou boas 41,8%. 

Fonte: Rede Sul.

Conta de luz volta a ter acréscimo em novembro.



Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de novembro será a amarela, com custo de R$ 1,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida se deve às condições hidrológicas menos favoráveis, o que determinou o acionamento de usinas termelétricas, mais caras.
Desde abril deste ano, a bandeira tarifária estava verde, ou seja, não havia custo extra para os consumidores. No ano passado, todos os meses tiveram bandeira vermelha, primeiramente com cobrança adicional de R$ 4,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, depois, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh.
O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, mais cara do que a energia de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia elétrica em função das condições de geração de eletricidade. Por exemplo, quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país.
Cobrança
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de cobrar um valor que já era incluído na conta de energia, por meio do reajuste tarifário anual das distribuidoras. A agência considera que a bandeira torna a conta de luz mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.

Fonte: Agência Brasil.

Motociclista fica gravemente ferido em acidente na BR-376.

Um acidente de trânsito envolvendo um carro e uma motocicleta, aconteceu por volta das 15h50, na BR-376 (Rodovia do Café), no trevo da Emater, no município de Jandaia do Sul (norte do Paraná).
O acidente resultou em ferimentos graves no motociclista e provocou danos materiais significativos nos veículos.
A colisão envolveu a motocicleta Honda, CB 300 placa AVH-3657, de Apucarana, o VW Saveiro placas AWH-4617, de Ivaiporã (PR).
Após receber os primeiros atendimentos, a pessoa que estava na moto, que não teve o nome divulgado, foi encaminhada à Casa Hospitalar.
Fonte: TN Online.

Acidente envolve ônibus e carro na BR – 277.

Um acidente de trânsito foi registrado na tarde desta sexta-feira, na região do Bairro Pioneiros Catarinenses, em Cascavel.
A colisão envolveu um ônibus e um carro e aconteceu no momento em que o coletivo acessava a via que passa por baixo do viaduto da BR-277, no acesso ao Bairro Guarujá.
Ninguém ficou ferido.
O trânsito ficou lento no trecho do acidente.
Fonte: Cgn.

Grave acidente deixa motorista morto.

Um grave acidente foi registrado na manhã desta sexta-feira (28) Na ?Rodovia do Xisto, no quilômetro 196, seis quilômetros antes da Lapa, resultando na morte de Luciano Alves 
A principio uma carreta carregada com toras teve problemas mecanicos e ao parar na pista provocou acidente grave.
O caminhao que vinha atras colidiu violentamente na traseira de um caminhão de tora, Mesmo com a chegada rápida do Socorro nada pode ser feito pois Luciano morreu na hora.
O corpo de Luciano foi recolhido ao IML Instituto médico legal de Curitiba.
Fonte: Bem Paraná.

Celta bate em carreta na BR-467.

Um acidente foi registrado na manhã desta sexta-feira (28) na BR-467, próximo do distrito de Sede Alvorada, em Cascavel.
Informações repassadas no local de que o Celta com placa de Cascavel e o caminhão com placa de Rio Grande do Sul, seguiam sentido Cascavel, quando em uma curva a condutora do carro bateu na lateral do caminhão, em seguida ela perdeu o controle da direção do carro e parou na canaleta que divide as pistas.
Socorristas do Siate foram acionados, mas condutora do carro não apresentava lesões aparentes. Ela recusou encaminhamento ao hospital.
Uma equipe da PRF registrou a ocorrência. 

Fonte: Cgn.

Lava Jato denuncia Palocci por corrupção e quer devolução de meio bilhão à Petrobras.

Antonio Palocci

O ex-ministro Antônio Palocci Filho, o ex-assessor dele Branislav Kontic, o empresário Marcelo Odebrecht e outros 12 investigados  foram denunciados nesta sexta-feira (28) pelo Ministério Público Federal no Paraná (MPF-PR) pela prática dos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro relacionados à obtenção, pela empreiteira Odebrecht, de contratos de “afretamento de sondas” com a Petrobras.
Na denúncia, o Ministério Publico Federal também pede a devolução de meio bilhão de reais à Petrobras: “se requer o arbitramento cumulativo do dano mínimo, a ser revertido em favor da PETROBRAS, com base no art. 387, caput e IV, do CPP, no montante de R$ 505.172.933,10, correspondentes ao dobro dos valores totais de propina paga”, requerem os 12 procuradores que assinam o documento.
Os procuradores da força-tarefa da Lava Jato concluíram que, entre 2006 e 2015, Palocci estabeleceu com altos executivos da Odebrecht um amplo e permanente esquema de corrupção destinado a assegurar o atendimento aos interesses do grupo empresarial na alta cúpula do governo federal. Neste esquema, a interferência de Palocci se dava mediante o pagamento de propina, destinada majoritariamente ao Partido dos Trabalhadores (PT).
De acordo com a denúncia, Palocci atuou em favor da Odebrecht no exercício dos cargos de deputado federal, ministro da Casa Civil e membro do Conselho de Administração da Petrobras. Ele teria interferido para que o edital de licitação lançado pela estatal petrolífera e destinado à contratação de 21 sondas fosse formulado e publicado de forma a garantir que o grupo não apenas obtivesse os contratos com a Petrobras, mas que também firmasse tais contratos com a margem de lucro pretendida. Palocci teria até mesmo consultado Marcelo Odebrecht antes da publicação do edital para se certificar se a licitação efetivamente se adequaria aos interesses da empreiteira.
Programa Especial Italiano
De acordo com os procuradores, durante o período em que interferiu nas mais altas decisões da administração federal, os valores relativos aos créditos de propina destinados a Palocci foram contabilizados pela Odebrecht em um planilha denominada “Programa Especial Italiano”, na qual eram registrados tanto os créditos de propina quanto as efetivas entregas dos recursos ilícitos relacionados à atuação do ex-ministro.
Dentre os créditos de propina contabilizados em favor de Palocci nessa planilha, apurou-se que mais de US$ 10 milhões foram repassados, por determinação do ex-ministro, aos publicitários Monica Moura e João Santana para quitar dívidas do PT com os marqueteiros. Identificou-se que, com o intuito de dissimular e ocultar o pagamento ilícito, os valores foram repassados mediante a realização de 19 transferências entre contas não declaradas, mantidas no exterior pela Odebrecht e pelos publicitários
Outros denunciados
Na mesma denúncia, foram também acusados o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque; o ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores, João Vaccari Neto; os ex-funcionários da Sete Brasil, João Ferraz e Eduardo Musa; e o executivo da Odebrecht, Rogério Araújo devido aos crimes de corrupção ativa e passiva praticados para que a Odebrecht obtivesse, por intermédio da Sete Brasil, a contratação de seis sondas com a Petrobras.
Os procuradores constataram que, ao implementarem a Sete Brasil, Renato Duque, Pedro Barusco, João Vaccari e João Ferraz, com o apoio e participação de Antônio Palocci, estenderam para os contratos firmados pela empresa o mesmo esquema de corrupção que já era operado na Diretoria de Serviços da Petrobras. Barusco, Ferraz e Musa revelaram que, para a celebração dos contratos para afretamento de sondas por intermédio da Sete Brasil, assim como ocorria no âmbito da Diretoria de Serviços, foi pactuado com os estaleiros o pagamento de propina no valor de 0,9% dos contratos.
Neste esquema, 2/3 do valor da propina eram direcionados ao PT, sob coordenação de Vaccari, e 1/3 era dividido entre Duque e os então funcionários da Sete Brasil –  Ferraz, Musa e Pedro Barusco. A Odebrecht, uma das proprietárias do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, fez parte do acerto de propina, tendo pactuado o pagamento dos valores ilícitos para a celebração de seis contratos de afretamento de sondas realizados por intermédio da Sete Brasil.
Foram ainda denunciados os funcionários da Odebrecht, Hilberto Silva, Fernado Migliaccio e Luiz Eduardo Soares e os operadores financeiros Marcelo Rodrigues e Olívio Rodrigues, por terem contribuído para a lavagem de dinheiro nas operações financeiras destinadas a transferir, entre contas não declaradas no exterior, os valores ilícitos em favor de Mônica Moura e João Santana. O casal de publicitários também foi denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
Fonte: Paraná Portal.

“Ela é exemplo de caráter”, diz Renan sobre presidente do Supremo, Cármen Lúcia.

Foto: Beto Barata/PR

Primeiro a se manifestar depois do encontro entre os chefes dos Três Poderes da República, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que a reunião marcada para tratar de problemas de segurança pública serviu também para que o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) superassem a crise entre os dois Poderes.
“Aproveito a oportunidade para dizer que tenho muito orgulho de ser presidente do Congresso Nacional no exato momento em que a presidente Carmén Lúcia é presidente do STF. Ela é o exemplo do caráter que identifica o povo brasileiro”, afirmou.
Esta semana, Renan e a ministra se desentenderam publicamente por causa da Operação Métis da Polícia Federal. Renan criticou a operação, que fez buscas na sede da polícia legislativa e acabou criticando o juiz que autorizou a ação e o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. A ministra reagiu a manifestação do senador afirmando que tomava para si qualquer ofensa a juízes.
A cena de Renan e Cármem Lúcia entrando lado a lado para o encontro já sinalizava a trégua entre os dois chefes de Poder. “A reunião foi muito boa, produtiva e precisa ser repetida”.
Mesmo antes da reunião, Temer tentou amenizar o clima entre os dois e chegou a afirmar que há um “ambiente de harmonia decretado” e que as questões que surgem nestas relações entre os Poderes são resolvidas pouco a pouco.
Segurança Pública
A pauta oficial da reunião divulgada pelo Palácio do Planalto era segurança pública. A ideia é que os três Poderes construam um pacto nacional para a área, na busca por soluções aos problemas do setor recentemente registrados em estados como Rio Grande do Norte, Maranhão, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.
Responsabilidade dos estados, a área, segundo havia antecipado o presidente Michel Temer, vive um momento de “angústia” que exige o envolvimento dos três Poderes. Mesmo com a reunião do alto escalão, o tema ainda vai ser debatido com governadores e secretários da área.
Coube ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, falar sobre o pacto. “Renan ainda propôs a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a participação do crime organizado nas eleições. E a presidente do STF propôs a criação de uma base de dados única para que pudesse exatamente saber qual a realidade prisional do crime e do delito no país”, apontou o ministro.
Outra proposta veio do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que defende acordos firmados com países vizinhos, integrantes do Mercosul, para permitir detenções fora das fronteiras do Brasil. Segundo Jungmann, este acordo já existe e precisaria apenas ser implementado.
Jungmann anunciou que serão criados grupos de trabalho, que serão coordenados por Janot com representantes da Defesa, Justiça e Segurança Institucional. Reuniões no mesmo modelo da realizada hoje ocorrerão periodicamente. “O ministro da Justiça apresentou uma proposta cooperativa e o desdobramento será colocar para os governadores e secretários de Segurança Pública para promover o desenvolvimento desta proposta. Têm propostas abrangendo temas como droga, armas, processos, Código Penal”, exemplificou.
O ministro da Defesa defendeu, como forma de diminuir a superlotação dos presídios, a aplicação de penas alternativas para crimes menos violentos.
“Além disso, [falamos sobre] a necessidade de fazer com que as prisões sejam de melhor qualidade. Quero dizer o seguinte: Quem está fora [e cometeu crimes] ir para dentro da prisão e quem está dentro da prisão sem ter cometido crime doloso contra a vida e sem porte de armas pode pegar penas alternativas, reduzindo o sistema penitenciário”.
Sobre violência policial,  Jungmann mencionou de se reduzir os assassinatos cometidos por agentes da corporação e também de policiais.
Fonte: Paraná Portal.