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domingo, 21 de janeiro de 2018

21/01/2018 - Deus é Fiel !!!

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Polícia fecha o cerco contra bares clandestinos em Pitanga.


O delegado Welington Yugi Daikubara está fechando o cerco no combate a bares que estão funcionando sem o alvará de licença em Pitanga. Alguns já foram fechados e só abrirão após a regularização dos documentos.
A Polícia Civil também fará uma série de operações para combater o uso de álcool e de drogas por adolescentes, e a prostituição infantil.
De acordo com o delegado, em Pitanga são poucos os lugares que fornecem bebidas para menores de 18 anos e onde adolescentes se prostituem. Esses locais, porém, já foram identificados pela polícia e estão sendo lacrados.
Fonte RSN

Policia procura familiares de Leonardo Gonçalino Rodrigues, seu corpo está em Alta Floresta - Mato Grosso. Veja as fotos.


A Policia está a procura de familiares deste rapaz da foto acima, ele foi identificado como sendo Leonardo Gonçalino Rodrigues.

Ele foi assassinado na noite de ontem (20) na cidade de Apiacás - MT

Sei Corpo está na POLITEC de Alta Floresta, no estado de Mato Grosso.

Qualquer informação pode ser repassada a Policia Civil de Monte Verde -MT.
Fonte Olho Aberto


Mulher morre e três ficam feridos após carro bater em guard rail na PR-492.



Uma jovem morreu e três pessoas ficaram feridas após o carro que eles ocupavam bater no Guard Rail da ponte na PR-492, no trecho entre Marechal Cândido Rondon e Paraíso do Norte.
Um veículo Ônix de cor branca, com placas de Paraíso do Norte, trafegava no sentido Rondon à Paraíso do Norte, quando aquaplanou e rodou na pista, batendo a traseira do veículo no Guard Rail da ponte e por pouco não caiu no rio.
Uma mulher morreu no local e três pessoas foram socorridos pelas equipes do Samu de Cianorte e de Rondon e do Corpo de Bombeiros de Cianorte, com ferimentos moderados. 
A equipe do Helicóptero do Samu de Maringá chegou a ir ao local, mas não houve necessidade de intervenção por parte do helicóptero.
Todos foram socorridos ao Hospital Santa Casa de Cianorte. 
O corpo da vítima fatal foi encaminhado ao IML de Umuarama, para os exames de necropsia. As vítimas são moradores de Paraíso do Norte e retornavam da cidade de Japurá.
A Polícia Rodoviária Estadual registrou a ocorrência para apurar as causas do acidente.
Fonte CGN

Acidente na PR-495 deixa dois feridos.


Na madrugada deste domingo (21), por volta das 05h20, um acidente foi registrado na rodovia PR-495, próximo a entrada do distrito de Moreninha em Santa Helena.
Conforme informações, o condutor de um veículo VW Gol com placas de Missal seguia no sentido Santa Helena à Missal, quando acabou perdendo o controle do carro em uma curva na entrada do distrito, saindo da pista, descendo um barranco de aproximadamente dez metros, parando ao lado da rodovia.
Socorristas do Samu, agentes da Defesa Civil e servidores do Pronto Atendimento Municipal foram acionados para prestarem os primeiros socorros à dois ocupantes do veículo.
Um dos jovens resultou com um ferimento em uma das pernas e o outro sentia fortes dores pelo corpo. Informações ainda davam conta de que haveria uma terceira pessoa no veículo, que possivelmente seria o condutor do carro, mas acabou saindo do local.
A Polícia Rodoviária Estadual de Santa Helena registrou a ocorrência. Um guincho foi acionado para fazer a remoção do veículo.
O texto é do site CORREIO DO LAGO.

Motorista de Uno fica gravemente ferido após capotamento na PR-082.



Um homem ficou gravemente ferido após o carro que dirigia capotar na tarde deste sábado (20), na PR-082. O acidente aconteceu por volta das 13h deste sábado, numa curva entre Cidade Gaúcha e Nova Olímpia.
O motorista do veículo foi socorrido pela equipe do Samu de Rondon com ferimentos graves, mas sem risco a vida. Ele foi conduzido até o hospital Municipal de Cidade Gaúcha.
A Polícia Rodoviária Estadual registrou a ocorrência para apurar as causas do acidente.
Fonte CGN

Ônibus com 41 passageiros pega fogo em rodovia.



Um incêndio em ônibus intermunicipal com placa de São Paulo assustou 41 passageiros nesta madrugada, no trecho da BR 262, Capitão Eduardo, sentido Vitória, próximo ao Rio das Velhas.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, por volta das 4h o motorista percebeu chamas em uma das rodas, parou e retirou os presentes. Não houve vítimas.
O veículo e a bagagem dos passageiros ficaram totalmente destruídos pelas chamas. 
O CBMMG informou ainda que foram necessários 7 mil litros de água para controlar o incêndio. Até o momento não há informações sobre a propriedade do veículo e nem sobre as possíveis causas do acidente.     
As informações são do EM.

Entenda como será o julgamento de Lula em Porto Alegre; vídeo explica.


O destino político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começa a ser definido na quarta-feira, em Porto Alegre, pelos três desembargadores que compõem a 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4): João Pedro Gebran, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus. Na sessão marcada para começar  às 8h30, os magistrados vão julgar recurso do petista contra a sentença do juiz Sérgio Moro, que o condenou a pouco mais de nove anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Se mantida a condenação, Lula poderá ser impedido de disputar as eleições de outubro, quando tentará conquistar o terceiro mandato de presidente da República. Mas ainda caberá recurso ao petista.

Esta será a 24ª apelação contra sentenças envolvendo a Operação Lava-Jato julgada no TRF-4. A sessão é pública, mas em função de limitações físicas e questões de segurança, o acesso à sala de julgamento será restrito aos réus e seus advogados. Profissionais de imprensa previamente credenciados poderão acompanhar a reunião apenas por um telão instalado na sede do órgão. O julgamento, entretanto, será transmitido ao vivo pelo canal do TRF-4 no YouTube. Não haverá expediente no órgão no dia 24, e os prazos processuais serão suspensos. Às vésperas do julgamento, o esquema de segurança já foi reforçado em Porto Alegre. Existe preocupação com manifestações pró e contra o petista na capital gaúcha, além de ameaças recebidas pelos magistrados por e-mail, telefone e redes sociais.


O julgamento do recurso não terá coletiva de imprensa nem PowerPoint. A dobradinha entre a Justiça e o Ministério Público Federal em Curitiba, protagonizada pelo juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, não encontra eco em Porto Alegre. Na segunda instância, tanto o procurador regional Maurício Gotardo Gerum, autor do parecer do MPF no processo, quanto os desembargadores da 8ª Turma do TRF-4, responsável por julgar os recursos, evitam a imprensa. Não há articulação conjunta entre as assessorias para mobilizar a mídia. O atendimento a jornalistas é apenas “reativo”, como diz um assessor do MPF. O Estado de Minas apresenta respostas para as principais perguntas envolvendo aquele que pode se tornar o principal julgamento de 2018.

Fonte EM

23 senadores investigados na Lava Jato ficam sem foro privilegiado se não se elegerem em 2018.
O plenário do Senado, em Brasília (Foto: Marcos Oliveira, Agência Senado)

Vinte e três senadores alvos da Operação Lava Jato – ou de desdobramentos da investigação – ficarão sem o chamado foro privilegiado se não se elegerem em 2018.
O número de parlamentares nessas condições é quase metade dos 54 senadores cujos mandatos terminam neste ano.
O foro por prerrogativa de função, o chamado "foro privilegiado", é o direito que têm, entre outras autoridades, presidente, ministros, senadores e deputados federais de serem julgados somente pelo Supremo.
Sem isso, os senadores passariam a responder judicialmente a instâncias inferiores. Como alguns são alvos da Lava Jato, poderiam ser julgados pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela operação em Curitiba.
Nas eleições gerais de outubro, dois terços (54) das 81 cadeiras do Senado serão disputadas pelos candidatos. Os mandatos de senadores são de oito anos – para os demais parlamentares, são quatro.
A cada eleição, uma parcela do Senado é renovada. Em 2014, houve a renovação de um terço das vagas (27). Cada unidade federativa elegeu um senador.
Neste ano, duas das três cadeiras de cada estado e do Distrito Federal terão ocupantes novos ou reeleitos.

Caciques ameaçados

Entre os investigados que podem ficar sem mandato – e consequentemente sem foro privilegiado – a partir de 2019, estão integrantes da cúpula do Senado.
São os casos do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE); do líder do governo e presidente do PMDB, Romero Jucá (RR); do líder do PT, Lindbergh Farias (RJ) e do líder da minoria; Humberto Costa (PT-RJ). Os quatro são alvos da Lava Jato.
Ex-presidentes da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), Jader Barbalho (PMDB-PA) e Edison Lobão (PMDB-MA) também são investigados na Lava Jato e terão de enfrentar as urnas neste ano.
Lobão é o atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, um dos colegiados mais importante da Casa.

Dois senadores que presidem partidos são réus no Supremo Tribunal Federal (STF): Gleisi Hoffmann (PT-PR), em ação penal da Lava Jato, e José Agripino Maia (DEM-RN), em desdobramento da operação. Os dois também estão na lista dos senadores com os mandatos a expirar.
O presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), é outro senador investigado na Lava Jato que pode ficar sem mandato caso não se eleja em 2018. Na mesma situação está Benedito de Lira (AL), líder do PP no Senado.
O atual vice-presidente da Casa, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), é alvo de inquérito em desdobramento da Lava Jato. Seu correligionário, Aécio Neves (PSDB-MG) – ex-presidente tucano e segundo colocado nas eleições presidenciais de 2014 – também é investigado no Supremo.
Alvo de inquérito em operação derivada da Lava Jato, Aloysio Nunes (SP) – hoje à frente do Ministério das Relações Exteriores – é outro tucano detentor de mandato que pode ficar sem foro privilegiado se não se eleger em 2018. Ele foi candidato a vice-presidente da República em 2014, na chapa encabeçada por Aécio.
As líderes do PSB, Lídice da Mata (BA), e do PC do B, Vanessa Grazziotin (AM) – ambas investigadas em desdobramentos da Lava Jato – também estão nessa lista. Vice-líder do PMDB, Valdir Raupp (RO) é réu no Supremo após investigações da operação.
Outros investigados que também são alvos da Lava Jato ou de investigações derivadas da operação, os senadores Ricardo Ferraço (PSDB-ES); Dalirio Beber (PSDB-SC); Eduardo Braga (PMDB-AM); Jorge Viana (PT-AC); e Ivo Cassol (PP-RO) – já condenado pelo STF em outra apuração sem ligação com a Lava Jato.

Sem receio de perder o foro

Todos os senadores citados nesta reportagem foram procurados pelo G1.
Os parlamentares que responderam aos questionamentos dizem não ter receio de ficar sem a prerrogativa de foro especial, que lhes dá o direito a responder aos inquéritos diretamente no STF, instância máxima do Judiciário.
Eles lembram que votaram a favor de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue o foro nos casos de crimes comuns, como corrupção e lavagem de dinheiro.
O texto, aprovado pelo Senado no ano passado, está parado na Câmara, sob análise de uma comissão que sequer foi instalada.
A proposta prevê que somente os presidentes da República, do Senado, da Câmara e do STF terão foro privilegiado. As demais autoridades ficariam sem a prerrogativa e os processos por crimes comuns seriam analisados pelas instâncias inferiores.

Celeridade

Recentemente, dois políticos que ficaram sem o foro privilegiado foram presos pela Lava Jato: o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que teve o mandato cassado na Casa, e o ex-ministro do Turismo (nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer) Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que também presidiu a Câmara.
Processos da Lava Jato costumam ser mais céleres nas instâncias inferiores. Cunha, por exemplo, foi cassado pela Câmara dos Deputados em setembro de 2016.
Sem foro, o peemedebista acabou preso em outubro daquele ano após decisão do juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal de Curitiba (PR), responsável pelos processos da Lava Jato em primeira instância.
Em março de 2017, Cunha foi condenado a 15 anos de reclusão em um dos processos a que respondia no âmbito da operação.
Já Henrique Eduardo Alves pediu demissão do Ministério do Turismo em junho de 2016, ocasião em que deixou de ter o foro privilegiado. Um ano depois, o ex-ministro de Temer foi preso em um desdobramento da Operação Lava Jato.

Levantamento da Fundação Getúlio Vargas, divulgado em fevereiro de 2017, mostrou que, de janeiro de 2011 a março de 2016, somente 5,8% das decisões em inquéritos no STF foram desfavoráveis aos investigados.
Além disso, o estudo apontou que o índice de condenação de réus na Suprema Corte é menor do que 1%.
Uma das justificativas é o fato – alegado pelos próprios ministros do STF – de que o Supremo está sobrecarregado, com muitos casos para analisar.
Isso faz com que os processos prescrevam e, consequentemente, os investigados fiquem sem punição.
SENADORES INVESTIGADOS NA LAVA JATO QUE PODEM PERDER O FORO EM 2019

SenadorO que dissePretende disputar as eleições?
Aécio Neves (PSDB-MG)Não respondeu. O senador tem afirmado que todas as doações recebidas foram legais e devidamente declaradas à Justiça.Não respondeu
Aloysio Nunes (PSDB-SP)Não respondeu. O ministro tem negado irregularidades e afirmado que as doações recebidas não tiveram como contrapartida qualquer ato formal ou favor.Não respondeu
Benedito de Lira (PP-AL)“Um inquérito já foi arquivado. O outro vai ser arquivado também, porque é uma repetição do primeiro. Pelo comportamento do Supremo, que não está julgando por mídia, mas pelo que tem no processo, e no processo a Procuradoria Geral da República não apresenta nenhuma vírgula contra ninguém. Há apenas insinuações de delatores. Não juntaram nenhuma prova, nada”Sim, para reeleição ao Senado
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)"Sou o único caso em que o próprio delator declara que me recusei a receber a doação pelo caixa 2. E a investigação, que é necessária e importante, comprovará isso"Sim, para reeleição ao Senado
Ciro Nogueira (PP-PI)Não respondeu. A defesa de Ciro Nogueira tem negado que o senador tenha recebido qualquer valor irregular. Os advogados dizem que o parlamentar, por ser presidente do PP, reconhece que era responsável para pedir doações a empresas.Não respondeu
Dalirio Beber (PSDB-SC)“Aguardo com absoluta tranquilidade o fim da investigação, pois estou certo de não ter cometido qualquer ato ilícito”Não informou
Edison Lobão (PMDB-MA)“A defesa do senador nega que ele tenha cometido qualquer irregularidade”Sim, para reeleição ao Senado
Eduardo Braga (PMDB-AM)"Primeiro quero esclarecer que não estou respondendo a qualquer inquérito na operação Lava Jato. Eu apenas tive meu nome citado por pessoas que não apresentaram qualquer prova contra mim. Também quero deixar claro que eu defendo a Lava Jato e espero, sinceramente, que as investigações transcorram de forma correta e dentro da lei"Sim, para reeleição ao Senado
Eunício Oliveira (PMDB-CE)"Todos os esclarecimentos serão prestados à Justiça, quando solicitados"Sim, mas não disse para qual função
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)"Em sua narrativa, o próprio delator afirma que ele nunca ofereceu e nem pediu nada em troca. Inclusive, o delator esclarece também que se refere à eleição municipal de 2008, ocasião em que sequer fui candidato. No caso em que sou citado, a empresa fez uma doação eleitoral oficial para o PMDB, que repassou o recurso para a candidata à prefeita de uma outra agremiação política. Nada passou pela minha conta de pessoa física. Essa é a maior prova de que não fui beneficiário de nenhum valor"Não respondeu
Gleisi Hoffmann (PT-PR)"Eu estou ciente que o STF vai, ao analisar com profundidade o que tem no processo com imparcialidade, com espírito aberto, conseguir ver que não tem sustentação, e a gente vai ter uma outra oportunidade, que eu não tive nas outras instâncias, vamos ter oportunidade de provar inocência"Não respondeu
Humberto Costa (PT-PE)"Aguardo há três anos a conclusão do inquérito aberto, que só apresentou contradições do delator condenado ao longo das investigações e para o qual a Polícia Federal já pediu arquivamento por não encontrar quaisquer provas que o sustentem"Sim, a princípio, para a reeleição no Senado
Ivo Cassol (PP-RO)“A Operação Lava Jato está passando a limpo a política brasileira. Todos nós, quando somos questionados por órgãos de fiscalização, temos o dever de prestar os devidos esclarecimentos. Assim como temos também o direito de nos defender, principalmente, do denuncismo e do achismo, de denúncias que são pinçadas de assuntos sem contexto. Não se pode colocar todos os políticos na vala comum. Todos meus atos são responsáveis”Sim, para o governo de Rondônia
Jader Barbalho (PMDB-PA)Não respondeu. O senador tem negado as acusações contra ele.Não respondeu
Jorge Viana (PT-AC)"Uma decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, atendendo a pedido do Ministério Público Federal, excluiu o senador Jorge Viana da lista da Lava Jato"Sim, para reeleição ao Senado
José Agripino Maia (DEM-RN)“Como afirmado por todos os Ministros da 1ª Turma [do STF], o prosseguimento das investigações não significa julgamento condenatório. E é justamente a inabalável certeza da minha inocência que me obriga a pedir à Corte o máximo de urgência no julgamento final da causa”Não respondeu
Lídice da Mata (PSB-BA)"Não tenho nada a dizer porque não sou alvo da Lava Jato"Sim, para a reeleição ao Senado
Lindbergh Farias (PT-RJ)“Tenho absoluta certeza que os inquéritos terão como destino o arquivamento”Não respondeu
Renan Calheiros (PMDB-AL)“São acusações infundadas, frutos de perseguição e generalizações feitas pelo antigo grupo do Ministério Público. Apresentaram denúncias sem provas, com base em declarações de delatores que sequer me conhecem. O STF arquivou seis denúncias. As outras também serão arquivadas porque não há provas. Não há sequer lógica nas narrativas”Sim, para a reeleição no Senado
Ricardo Ferraço (PSDB-ES)“O ministro Fachin decidiu que o referido inquérito não faz parte do âmbito da Lava Jato, determinando sua redistribuição. Isso fortalece a convicção que sempre tive: de que as acusações são infundadas e não têm como prosperar”Sim, para a reeleição ao Senado
Romero Jucá (PMDB-RR)“Sempre estive e sempre estarei à disposição da Justiça para prestar qualquer informação. Nas minhas campanhas eleitorais sempre atuei dentro da legislação e tive todas as minhas contas aprovadas”Não respondeu
Valdir Raupp (PMDB-RO)Não respondeu. O senador afirmou que respeita a decisão dos ministros que o tornou réu na Lava Jato. Raupp, no entanto, diz que as doações que recebeu foram declaradas à Justiça e não podem ser consideradas como prova de "ilicitudes”.Não respondeu
Vanessa Grazziotin (PC do B-AM)“Todas as doações de campanha que recebemos foram oficiais e declaradas à justiça eleitoral. Não temos receio das investigações, pois servirão para provar que não há nenhuma vinculação com a lava jato. Isso ficará claro ao término do inquérito”Sim, para a reeleição ao Se