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Após desentendimento jovem de 25 anos toma tiro na cara em
Santa Maria do Oeste.
Na data de 23 de
outubro de 2022, atendendo solicitação a equipe deslocou até o posto de saúde
desde município onde havia dado entrada um homem de 25 anos um ferimento
proveniente de arma de fogo na face, no local em conversa com a vítima o qual
veio a relatar que estava na residência de uma mulher de 40 anos, e que teve um
desentendimento com outro masculino e que o mesmo juntamente com mais dois
indivíduos estavam armado e efetuou alguns disparos de arma de fogo em sua
direção e um dos disparos veio a atingir sua face. Em ato contínuo se evadiram
do local sentido pitanga em um veículo ford/fiesta de cor azul não soube
informar a placa do veículo. A equipe de imediato realizou patrulhamento na
rodovia porem sem êxito na localização do autor dos fatos, sendo repassada a
situação para a equipe da 3º cia pitanga.

Mulher de 30 anos vai atender a porta e toma facada no pescoço
em Santa Maria do Oeste.
Na data de 24 de
outubro de 2022 a equipe atendendo solicitação deslocou ao posto de saúde, pois
havia procurado atendimento uma mulher e 30 anos a qual estava com um corte na
região do pescoço. No local em conversa com a vítima a mesma informou que
estava em sua residência e que bateu em sua porta e no momento em que ela abriu
a porta da residência para ver quem seria se deparou com a uma mulher com uma
faca empunho e lhe desferiu um golpe na região do pescoço e posteriormente saiu
do local tomando rumo ignorado. Sendo feito busca para localizar a autora porem
sem êxito até o momento. Sendo a vítima orientada com relação aos demais
procedimentos.

Inflação acentua ida de argentinos aos lixões para buscar
comida.
Diante do aumento do custo de vida na Argentina, o salário de 70 mil pesos (R$ 1.200) que Flávia Alves, de 40 anos, ganhava como supervisora de limpeza deixou de ser suficiente para sustentar a família. Pela primeira vez, ela precisou decidir entre pagar o aluguel ou dar de comer aos filhos.
Mãe solteira, deixou o apartamento de dois quartos, em San Telmo – bairro turístico da capital – e se mudou para uma casa alugada, na favela do Sapinho, em Ezeiza, região metropolitana de Buenos Aires. Flávia dorme com a filha no quarto e o filho, na cozinha. “O que a crise faz é expulsar os mais pobres para cada vez mais longe. Assim, ninguém vê a pobreza. A gente fica escondido”, disse ela ao Estadão.
Com uma inflação de 83% até setembro, podendo chegar a 100% ao ano em novembro, muitas pessoas na mesma condição de Flávia optaram por trabalhar no lixão a céu aberto da cidade de Luján, o maior da Argentina, a 80 quilômetros da capital.
Ali, o número de catadores cresceu de 63 para 206, segundo Pedro Vargas, diretor de resíduos sólidos urbanos do município. Para ele, o aumento – quase o triplo do período pré-pandemia – foi impulsionado pelo novo coronavírus e a perda de poder aquisitivo.
“O lixo é algo que não para de ser produzido, então, sempre tem trabalho. O que estamos lutando é para que as condições melhorem, para que todos, cooperados ou não, tenham segurança”, ressaltou.
Flávia e mais um grupo de argentinos, que sofrem com a inflação e a especulação imobiliária, se reúnem toda a terça-feira na sede do Movimento de Ocupantes e Inquilinos (MOI), uma organização de moradores sem-teto portenha.
Eles sonham em conseguir melhores condições de moradia. Flávia quer voltar a morar na capital com a ajuda do projeto Casa Transitória, no qual parte do aluguel é pago pelo movimento. “Antes eu levava 30 minutos até meu emprego, agora gasto 2 horas. Meus filhos mudaram de escola e a nossa vida piorou.”
A maioria das pessoas ouvidas pela reportagem trabalha no lixão de Luján desde criança, levada pelos pais. Essa é a realidade de Pablo, de 24 anos, que está no lixão desde os 8. Com a ajuda do seu cavalo, que transporta o material coletado, o jovem pode receber até 9 mil pesos (R$ 165) em uma jornada de oito horas. “Com inflação ou sem inflação, a gente tem de comer.”
TRABALHO
Pablo prefere vender o material coletado para um galpão de reciclados. “Pagam na hora. Ganho por dia. Prefiro assim.” Outra opção é vender para a Cooperativa Céu Aberto, que participa da revitalização do lixão e paga o dobro no quilo dos materiais, mas mensalmente e por transferência bancária.
Muitos argentinos fogem dos pagamentos pelo banco, porque temem que o dinheiro desapareça com os impostos e a desvalorização do peso, explicou Vargas.
Segundo os recicladores de Luján, os materiais mais vantajosos são os metais e as garrafas de plástico, já os de menor valor são os vidros e os papelões. No aterro visitado pela reportagem, não foi registrado depósito de materiais orgânicos.
Homens e jovens são a maioria das pessoas no lixão de Luján. Joana Henrique, de 24 anos, era a única mulher trabalhando em meados de outubro. Ela começou no lixão aos 14 anos, levada pelo pai, que segue trabalhando lá até hoje. Há dois anos, contudo, a jovem decidiu aderir a uma cooperativa, o que, em sua avaliação, fez sua vida melhorar.
INFLAÇÃO
“Agora eu trabalho com roupas e equipamentos para ter mais segurança. Está muito melhor.” Questionada sobre como a inflação afetou sua vida, a jovem não pensou muito: “A situação está difícil, não sei se mais do que antes. Mas temos de seguir em frente”.
Sem as luvas usadas pela maioria dos recicladores, são os olhos de dona Claudia, de 62 anos, que vasculham no meio do lixão de Luján. Seu corpo magro e baixo, que caminha pra lá e pra cá, na companhia do filho, quer encontrar “mudas de tomate” para sua horta. Ela sempre foi faxineira, mas por causa de problemas de saúde não pode trabalhar e afirmou não receber aposentadoria nem auxílio do governo. Mora com dois filhos e agradece a Deus por não pagar aluguel.
“Não é sempre que a gente vem aqui, não. É a primeira vez. A gente nunca vem aqui”, explicou. Quando o filho se afastou, Claudia começou a conversar com mais desinibição. “Eu nem deveria estar aqui, tenho doença autoimune”, conta tossindo, referindo-se às condições insalubres. “Perdi muito peso. Mas o que a gente vai fazer?”
A população em situação de indigência na Argentina aumentou de 8,2% para 8,8% no primeiro semestre, o que representa 2,6 milhões de pessoas, segundo dados do Indec (Instituto Nacional de Estatísticas e Censo). Indigente é quem não têm acesso às refeições proteicas e energéticas básicas.
Ainda segundo a pesquisa, o número de pessoas abaixo da linha da pobreza diminuiu para 36,5% em relação ao segundo semestre de 2021, quando a taxa esteve em 37,2%. Apesar do aumento da indigência, a taxa de pobreza vem diminuindo desde 2020, quando chegou a 42%.
CRIANÇAS
O ponto mais frágil dessa realidade é a pobreza entre crianças e adolescentes de até 14 anos, que somam 5,5 milhões, cifra que representa quase 60% da população nessa faixa etária, segundo dados da ONU. Atualmente, para uma família ser considerada de classe média, em Buenos Aires, a renda deve ser superior a 160 mil pesos (R$ 3 mil).
Nas ruas de Buenos Aires é comum escutar que a população se acostumou com a inflação. Diagnóstico que provoca riso e desânimo, ao mesmo tempo. Alguns setores econômicos, como o turismo, cresceram em 2022.
Apesar de o número de pessoas empregadas ter subido para 12,6 milhões e o desemprego ser de 7%, grande parte dos postos de trabalho não tem registro, segundo o Indec. A informalidade é uma realidade na Argentina e nesse setor da economia os salários não acompanham o avanço da inflação.
Enquanto isso, na capital, a cidade mais rica do país, cafés, bares, restaurantes estão lotados. “O que explica essa contradição é a desigualdade social”, diz o diretor da Sociedade Latino-americana e Caribenha de Economia, Júlio Gambina.
Diante dos constantes ciclos inflacionários nos últimos 30 anos, o país também sofre os efeitos da política cambial. Hoje, o dólar paralelo vale quase o dobro do oficial. Para manter as reservas no país e se tornar mais competitivo diante do dólar informal, o governo criou 15 cotações diferentes para a moeda americana e anunciou um pacote de medidas em agosto, com ajuste fiscal nos setores como energia, transporte, construção civil e até educação.
Fonte: O Estado de S. Paulo.
Idosa de 90 anos é abandonada por nora em boteco.
Idosa de 90 anos foi até a delegacia na tarde deste domingo (23) registrar boletim de ocorrência contra a nora em Cascavel.
Segundo informações repassadas à reportagem, a nora teria levado a idosa até um bar no Bairro Santa Felicidade e abandou a mulher. O dono do estabelecimento acionou a Guarda Municipal (GM) que encaminhou a vítima para a 15ª SDP (Subdivisão Policial).
O filha da idosa também foi até a delegacia.
Fonte: Catve.com.

Incêndio em depósito de supermercado deixa 1 morto.

Sogra e esposa denunciam homem por violência doméstica.

Projeto de ciência para mulheres ganha prêmio internacional.

Casal morre e criança fica ferida após acidente.

Homem quebra fêmur e quadril ao capotar o carro na BR 467.

Condutor perde o controle e capota veículo. Veja a foto:

Dois ficam feridos em capotamento. Veja a foto:

Jovem fica ferido após colisão na PR 180.

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Moraes determina prisão de Jefferson pela PF ‘independentemente
do horário’.

Bolsonaro diz que é o ‘rei da picanha’ após criticar promessas
de Lula.

Roberto Jefferson lançou granada contra policiais federais.

Campanha tenta desvincular Bolsonaro de Jefferson e teme
Janones.

Sem citar Jefferson, ministro da Justiça fala em empenho para
‘apaziguar crise’.
