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terça-feira, 30 de maio de 2017

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Depois de uma Ambulância, Van e Academia ao ar Livre, a Deputada Cristina Silvestre manda para Santa Maria do Oeste, 120 mil para compra de três carros para Saúde !!!

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Imagem Retirada do Acervo do Blog do Beto.

Os vereadores Marcio Stoski, Alex Damião, José Valdivino Gomes (Zé do Leite), Arlete Latzuk, acompanhado do Prefeito Reinoldo, foram ao Palácio do Iguaçu em Curitiba em um encontro com a Deputada Cristina Silvestri aonde ela concedeu uma emenda de 120 Mil para a compra de três carros para a Saúde de Santa Maria do Oeste, sendo que o Vereador Marcio fez um requerimento de indicação para que um dos veículos fique integralmente no São Manoel tendo em vista que aquela comunidade precisa de um veículo para melhor atendimento da população.

Lembrando também que a Deputada Cristina já teve varias emendas para Santa Maria como uma Ambulância, Van e Academia ao ar Livre, como não canso de dizer que a Deputada está de Parabéns sempre atendendo e trabalhando pelas necessidades do povo Santa-mariense temos sempre que se lembrar de Políticos como ela sempre presente em nossa Cidade lutando pela melhor qualidade de vida de todos.

Deputa Cristina nosso Município sempre estará de portas abertas para senhora e mais uma vez o Blog do Beto reconhece seu trabalho e agradece a Excelentíssima Deputada por lembrar mais uma vez de nossa Cidade !!!

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Fonte: Da Redação.


Menino de sete anos leva maconha para a escola em Guarapuava.


Sessenta e oito gramas de maconha foram encontradas dentro da mochila de uma criança de sete anos de idade, numa das salas de aula da Escola Professor Conrado de Oliveira, no Núcleo São Cristóvão, em Guarapuava.

A professora estranhou a atitude da criança que não parava de olhar para a mochila. Era um dia de prova e houve a desconfiança de que o menino estivesse colando. Ao revistar a mochila, a professora encontrou a droga e chamou a Patrulha Escolar. Durante conversa com o menino e com a família, houve a informação de que um irmão da criança tinha sido detido por tráfico de droga no dia 23. A ocorrência na escola foi na sexta (26). Para o policial da Patrulha Escolar, a droga pode ter sido colocada na mochila do aluno. O policial acredita que a criança não tinha noção do que estava acontecendo.

Esta não é a primeira vez que professores encontram drogas com alunos, em Guarapuava. Uma das escolas, no Núcleo João Paulo II, a Moacyr Silvestri, no ano passado proibiu que estudantes fossem com blusas com capuz e toucas. A determinação provocou polêmica por parte de mães, mas a medida foi uma precaução, já que alunos escondiam drogas em capuzes e toucas.

Fonte: Rede Sul.


Rapaz é atacado na rua e esfaqueado no pescoço em Guarapuava.


Um rapaz de 18 anos foi atacado na rua e esfaqueado no pescoço no bairro Bonsucesso, em Guarapuava.

O caso foi registrado pela Polícia Militar ás 23h15. O jovem foi encaminhado à UPA do Batel, para atendimento médico. Ele contou aos PMs que estava andando na rua rua Inácio Karpinski quando foi abordado por três rapazes, que o agrediram. Conforme a vítima, ele não sabe quem cometeu a agressão e nem o motivo.

Os policiais realizaram patrulhamento, mas os suspeitos não foram localizados.

Fonte: Rede Sul.



Polícia prende ladrões de posto de combustíveis em Guarapuava.


Uma ação rápida da Polícia Militar resultou na prisão de ladrões que haviam assaltado um posto de combustíveis e na apreensão de menores que haviam participado do mesmo roubo na noite desse domingo (28) no bairro Industrial, em Guarapuava.

A ocorrência foi registrada pela PM às 21h07, na rua Bento Munhoz da Rocha Neto. Segundo um funcionário, três pessoas invadiram o posto e anunciaram o assalto. Foram levadas bebidas, cigarros, certa quantia em dinheiro e o celular do funcionário.

Populares comunicaram aos policiais que viram homens correndo, com as mesmas características dos ladrões. Um deles, de 18 anos, foi abordado na rua e com ele foram encontrados produtos do roubo. Através das imagens de segurança no posto, os PMs identificaram outros participantes, que já eram conhecidos da equipe.

Na casa de um deles, um adolescente de 17 anos, outras três pessoas, duas de 18 e uma de 19 anos, foram encontradas escondidas embaixo de um ônibus estacionado no local. Dentro da casa, também foram abordados dois adolescentes de 17 e outro rapaz de 24 anos, sendo que este último estava com tornozeleira eletrônica e havia sido preso por ter roubado o mesmo posto de combustíveis.

No interior da casa, foram localizadas as roupas que os ladrões usaram no roubo ao posto, além de aparelhos celulares, inclusive o que foi roubado do funcionário, cigarros e bebidas.

Todos os envolvidos foram encaminhados, os adolescentes acompanhados por seus responsáveis, até a delegacia de Polícia Civil - 14ª SDP - para as providencias cabíveis.

Fonte: Rede Sul.


PM apreende caminhão carregado com vinho e desodorante contrabandeado.

               

A Polícia Militar de Salgado Filho apreendeu uma grande quantidade de mercadorias contrabandeadas da Argentina na madrugada desta segunda-feira (29).
Por volta das 3h15 em patrulhamento pela Rua Hermínio Felipe a equipe policial avistou um caminhão VW/9.150 Delivery baú, branco que vinha do interior do município pela estrada da Linha Tiradentes, caminho esse muito usado como rota de descaminho, que também tem acesso ao município de Bom Jesus do Sul.
Ao perceber a viatura policial, o condutor tentou despistar, mas foi abordado na Rua Osvino Krause cruzamento com a Avenida Hermínio Felipe.
Num primeiro momento o motorista residente na cidade de Pinhalzinho (SC) relatou que o caminhão estava vazio, mas ao ser solicitado para abrir o compartimento de carga, confessou que o veículo estava carregado com cerca de 400 caixas de vinhos e 1170 caixas de desodorantes oriundos da Argentina.
O caminhão juntamente com a carga e o motorista foram conduzidos até o destacamento da Polícia Militar para confecção de Boletim de Ocorrência. Posteriormente a ocorrência foi encaminhada a Delegacia de Polícia Federal de Cascavel.
Fonte PPNEWS

Brasileiro comandava 'mega laboratório' de maconha na fronteira.



Valdecir Antônio de Oliveira, de 43 anos, foi preso hoje em uma colônia na cidade paraguaia de Capitán Bado, município que faz fronteira seca com Coronel Sapucaia. No local onde o brasileiro estava morando, foram apreendidos 35,3 toneladas de maconha, além munições e carregadores de armamento. Propriedade seria de facções criminosas brasileiras.
Operação foi planejada pela Secretaria Nacional Anti Drogas (Senad). Agentes tinham identificado que Valdecir era responsável por um "mega laboratório" de produção de entorpecentes, segundo o Porã News.
No acampamento onde a droga foi encontrada, foram apreendidos quatro carregadores para o calibre 5.56 com 30 cartuchos, uma mira telescópica marca Sniper, um carregador tipo caracol para o calibre 7.62x39mm para 100 cartuchos, 250 cartuchos do calibre 9mm, distribuídos em 5 caixas, 110 cartuchos do calibre 7.62x39mm, 173 cartuchos do calibre 7.62x51mm, 42 cartuchos do calibre 5.56mm, 9 cartuchos para escopeta calibre 32.
Além das munições, foram encontrados um binóculo, sete coletes à prova de balas, uma bota táctica cor preta, três calças camufladas, cinco camisas camufladas, três camisetas camufladas e três bonés camuflados, parecidos com o de uso da Polícia Nacional do Paraguai.
Policiais identificaram que a droga estava dividida entre entorpecentes picados, prensados e a planta, em galhos, distribuídos em oito acampamentos na propriedade. Também foram apreendidos dez macacos hidráulicos, duas guilhotinas, vários aparelhos de celular e quatro motocicletas.
A droga teria sido incinerada no local e os objetos apreendidos, ademais o suspeito, foram encaminhados para a base de operações da Senad na cidade de Pedro Juan Caballero, divida com Ponta Porã. Entorpecente seria traficado para as capitais do Brasil.
Informações são do CORREIO DO ESTADO. e CGN
Cantagalo - Veículo com cinco ocupantes se envolve em acidente na BR-277.
Foto - Whats App
Na tarde desta segunda dia 29, uma colisão com objeto fixo foi registrada pela PRF na BR 277 próxima a ponte do Cavernoso, no município de Cantagalo-PR.

O veículo Siena rodou na pista e colidiu com um barranco, no carro havia cinco ocupantes.

Apenas danos materiais foram registrados. Ninguém ficou ferido.

Fonte Portal Cantu

Carro sai da pista e bate em barranco na BR-158.


Uma camionete GM/Corsa com placas de Quedas do Iguaçu se envolveu em um acidente na tarde desta segunda-feira (29), na rodovia BR-158 no trecho que liga Coronel Vivida a Pato Branco.
O condutor de 42 anos teve ferimentos leves e foi encaminhado a Unidade de Pronto Atendimento pelos socorristas do Samu.
De acordo com informações, o veículo teria apresentado um problema mecânico, o condutor acabou perdendo o controle da direção, saiu da pista e bateu contra um barranco. A Polícia Rodoviária Federal esteve no local e registrou a ocorrência.
(Informações: Adelino Guimarães) 

Paraná:TJ-PR quer servir quase 6 toneladas de frutas por mês a desembargadores.



O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) abriu licitação para a compra mensal de quase 6 toneladas de frutas para alimentar os desembargadores, ao custo de até R$ 22,6 mil por mês.
O edital de concorrência foi publicado na sexta-feira (26), no Diário Oficial de Justiça, e exige do vencedor entregas três vezes por semana.
O texto diz que as frutas "tem por objetivo o atendimento às salas de lanches dos magistrados do Tribunal de Justiça e eventos autorizados pela cúpula, portanto, destina-se ao 2ª grau de jurisdição [os desembargadores]".

Ainda conforme a licitação, as frutas devem "ser de excelente qualidade, preferencialmente vindas das Ceasa [Centrais de Abastecimento do Paraná], limpas, higienizadas e em perfeitas condições de consumo imediato".

O padrão a ser seguido pela empresa que vencer a concorrência é o "extra", o mais alto, segundo a classificação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) -- neste caso, as frutas devem ser de elevada qualidade, sem defeitos, bem desenvolvidas e maduras, com tamanho, cor e conformação uniformes.

Os pedúnculos, que são os cabinhos, e a polpa devem ser estar intactos e uniformes, ainda conforme as regras do edital de convocação. Não são permitidas manchas ou defeitos na casca.

O economista Lucas Dezordi diz, com base em padrões internacionais de saúde, que a quantidade de frutas é exagerada.

"A Organização Mundial de Saúde recomenda 400 gramas diárias de consumo de frutas. Se a gente for observar a quantidade que está sendo licitada, ela consegue atender 690, 700 funcionários, mantendo esses 400 gramas diários de consumo de fruta", afirma o economista. O número é bem menor do que o de desembargadores do estado.

Para o economista José Pio Martins, por melhor que seja o padrão das frutas compradas, a postura do Tribunal transmite uma impressão ruim, dado o momento político-econômico do país.

"No momento em que o país está em crise, com muito desemprego, com recessão, pessoas empobrecendo, esse tipo de postura transmite uma postura muito ruim, muito negativa, da austeridade que deveria ser a norma de todo setor público, sobretudo num momento de crise", comenta.

O Tribunal de Justiça afirmou que não vai se manifestar sobre o caso

Fonte:G1.


Ex-prefeito é requerido em ação de improbidade administrativa.


A Promotoria de Justiça de São Miguel do Iguaçu, Oeste do estado, ajuizou ação civil pública por atos de improbidade administrativa contra um ex-prefeito da cidade (gestões 1999-2000 e 2009-2012), uma ex-servidora e uma instituição de ensino superior privada, bem como seus sócios à época dos fatos, pela doação irregular de um imóvel do Município e concessão de financiamento público na ordem de R$ 1 milhão à entidade.
O MPPR destaca que os benefícios recebidos pela entidade foram concedidos ilicitamente, uma vez que o próprio prefeito era sócio oculto da instituição beneficiada e a criação da instituição de ensino contou com a participação de um servidor municipal, na qualidade de sócio. Além disso, os financiamentos concedidos não foram quitados em tempo, com anuência dos gestores públicos, que deixaram de efetuar as devidas cobranças, causando prejuízo ao erário. O Município ainda concedeu isenção fiscal à entidade.
Liminarmente, a Promotoria de Justiça requer a indisponibilidade de bens dos envolvidos. No mérito do processo, a condenação de todos por ato de improbidade, com aplicação das sanções de suspensão dos direitos políticos, afastamento da função pública, devolução dos valores gastos indevidamente ao erário e multa, dentre outras.
Fonte: Ministério Público do Estado do Paraná

MP denuncia ex-desembargadores por pedido de propina de R$ 500 milhões.



O MP-BA (Ministério Público da Bahia) denunciou nesta segunda-feira (29) pelos crimes de concussão, falsidade ideológica e concurso de pessoas os desembargadores aposentados do TJ-BA (Tribunal de Justiça da Bahia) Daisy Lago Ribeiro Coelho e Clésio Rômulo Carrilho Rosa. Ambos são acusados de pedirem propina em troca de uma sentença favorável numa disputa judicial avaliada em pelo menos R$ 500 milhões.
Os dois ex-magistrados negam ter cometido qualquer irregularidade. Eles também são acusados de nepotismo cruzado, em uma ação de improbidade administrativa que tramita na Justiça baiana.
Concussão é o crime praticado por funcionário público quando ele exige, para si ou para outra pessoa, vantagem indevida, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela. O crime é punido com pena de reclusão, de dois a oito anos de prisão, e multa, de acordo com o Código Penal brasileiro.
A concussão é considerada um crime mais grave do que a corrupção passiva, já que na concussão há uma imposição ou uma exigência do funcionário da vantagem indevida, de acordo com juristas consultados pela reportagem.
"O MP entendeu que o contexto em que o delito ocorreu e a relação de superioridade que os desembargadores tinham relativamente às partes tornou a conduta mais próxima da exigência do que da solicitação: eles detinham o poder de julgar o processo e disseram que só o fariam se recebessem a vantagem financeira", afirma o promotor Luciano Taques, coordenador do coordenador do Gaeco (Grupo de Combate ao Crime Organizado) do MP-BA.
"Segundo apurado, as vítimas ficaram encurraladas: ou pagavam, ou não veriam o fim do processo. A carga de coação inerente a isso é reveladora da concussão", acrescenta.
Denúncia
O MP-BA afirma, em denúncia oferecida à 2ª Vara Criminal de Salvador, que os ex-desembargadores "utilizaram-se dos cargos que ocupavam para exigir 5% de propina, em benefício de cada um deles, para conceder uma decisão favorável em uma ação de inventário estimada em mais de R$ 500 milhões".
"O percentual seria repassado para os desembargadores por meio de falsos contratos de honorários com escritórios de advocacia de Salvador", afirma o promotor Luciano Taques.
Os documentos seriam confeccionados com o apoio de três advogados --dois deles parentes dos ex-desembargadores. Os advogados foram denunciados pelos crimes de falsidade ideológica e concurso de pessoas --concorrer para que um crime seja cometido.
Operação Leopoldo
Em outubro do ano passado, os dois ex-magistrados foram conduzidos coercitivamente para prestarem depoimentos a promotores que compõem o Gaeco do MP-BA durante a deflagração da Operação Leopoldo.
O nome da operação é uma referência direta ao espólio de Leopoldo Batista de Souza, cujos herdeiros brigam judicialmente, desde meados da década de 1990, com o Bradesco, sucessor do Banco Econômico --primeira instituição financeira de grande porte a ser liquidada após o lançamento do Plano Real. Ao morrer, Leopoldo tinha créditos a receber do antigo banco. Seus familiares buscam na Justiça que o Bradesco assuma essa dívida.
Pelos cálculos contidos no processo, os créditos variavam entre R$ 500 milhões e R$ 940 milhões.
"Esta demanda foi julgada favoravelmente aos herdeiros na Justiça baiana na primeira instância e determinava que o Bradesco assumisse a posição de devedor em substituição do Banco Econômico e pagasse os valores devidos aos herdeiros", afirma o promotor de Justiça Luciano Taques, chefe do Gaeco baiano.
O Bradesco recorreu da decisão ao TJ-BA. "Várias ações semelhantes tinham sido ajuizadas e o tribunal baiano já tinha uma jurisprudência que indicava que o banco tinha que arcar com aqueles créditos, contudo, nessa demanda específica, o mesmo tribunal entendeu em 2011 que o Bradesco não tinha que arcar com a dívida", diz o promotor Luciano Taques.
Diante da decisão negativa, os herdeiros de Leopoldo entraram com um recurso no próprio TJ-BA e pediram que seu advogado marcasse uma audiência com a relatora do caso, a então desembargadora Daisy Lago.
Cada envolvido receberia 5% de propina
"O advogado afirmou que não tinha acesso direto à desembargadora, mas a um outro desembargador próximo a ela", conta Taques. O desembargador, no caso, é Clésio Carrilho.
"Quando o advogado retornou do encontro com o desembargador, falou de imediato a respeito do pedido de propina", acrescenta. O recado aos herdeiros, segundo Taques, seria o seguinte: a relatora Daisy Lago julgaria a causa favorável a eles desde que recebesse 5% do valor da ação, e Clésio Carrilho, por servir de intermediário, receberia outros 5%. "A propina a ser dividida entre os dois desembargadores renderia no mínimo R$ 25 milhões para cada um".
"A relatora sentou em cima do processo e não decidia. O processo estava paralisado havia dois anos. Os herdeiros se sentiram pressionados e resolveram aceitar", afirma o promotor.
Após o acerto, decisão favorável
Em abril de 2014, a desembargadora Daisy Lago deu um voto favorável à demanda dos herdeiros de Leopoldo. O Bradesco recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). Por isso a propina não teria sido paga aos desembargadores, que, posteriormente, se aposentaram.
A investigação do MP baiano começou em dezembro de 2015. Meses depois, foi deflagrada a Operação Leopoldo, que cumpriu mandados de busca e apreensão em imóveis de Salvador e conduziu coercitivamente os magistrados e advogados envolvidos no esquema.
Procurado, o Bradesco afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que "não se manifesta sobre assuntos que estejam sob a esfera judicial".
Outro lado
Em entrevista telefônica, realizada em março deste ano, o desembargador aposentado Clésio Carrilho negou ter cometido qualquer ato ilegal.
"Um dos meus filhos atuou neste processo. Por esta razão, um dos advogados que me conhecia pediu que intercedesse para que meu filho fizesse um desconto nos honorários cobrados. Esta foi minha participação neste caso", afirma o ex-magistrado. "Nunca tratei com pessoa alguma sobre qualquer vantagem indevida."
Procurado pela reportagem, o defensor do ex-desembargador, o criminalista Maurício Vasconcelos, afirmou que apenas se pronunciará "quando tiver conhecimento sobre os termos da denúncia".
A reportagem não conseguiu entrar em contato com a desembargadora aposentada nem com seus defensores, mas a reportagem apurou que Daisy Lago negou ter cometido ilegalidades quando prestou depoimento ao MP-BA.
Fonte UOL e CGn

Delatores da JBS afirmam ter dado R$ 100 mi para campanha de Aécio em 2014.

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Os delatores da JBS confessaram ter aberto um caixa de R$ 40 milhões para a compra de apoio político à campanha de Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República, em 2014, a pedido do tucano. Os valores teriam sido pagos por meio de doações oficiais – classificadas, mesmo assim, como “propinas”, pelos executivos do grupo – e de notas fiscais frias de empresas indicadas pelos dirigentes partidários, segundo a delação. Outros R$ 60 milhões teriam sido destinados somente à campanha individual do senador afastado.
Repasses a todos os partidos da coligação do tucano – PTB, Solidariedade, DEM, PTN, PSL, PTC, PSDC , PMN, PT do B, PEN – são citados nas delações da JBS. O dono do grupo, Joesley Batista, teria autorizado os pagamentos – em acerto com o tucano -, que teriam sido operacionalizados pelo diretor de Relações Institucionais da J&F, Ricardo Saud.
Somente para Aécio teriam sido destinados R$ 11 milhões – nas primeiras tratativas. Posteriormente, os valores chegaram a R$ 60 milhões, de acordo com os delatores.
A maior quantia do “caixa de propinas” supostamente acertado entre a empresa do setor agropecuário e o então candidato foi para o PTB. Segundo o delator Ricardo Saud, foram R$ 20 milhões pagos por meio de caixa dois, em espécie, e doações oficiais aos diretórios da legenda. “Isso tudo antes da eleição. Porque eles (dirigentes do PTB) falaram que só dariam apoio ao Aécio se pagassem antes da eleição”, afirmou.
“Foram R$2 milhões entregues em espécie na casa do senhor Luiz Rondon, tesoureiro nacional do PTB. Além disso, alguns depósitos feitos por indicação do Luiz Rondon em algumas contas. Estão anotadas as três contas específicas”, alegou.
O acordo de delação da JBS ainda menciona R$ 5 milhões ao diretório estadual do PTB da Bahia, R$ 4 milhões ao do Rio de Janeiro, R$ 3 milhões ao de Santa Catarina, R$ 1,5 milhão para o do Rio Grande do Sul, R$ 3,4 milhões ao Mato Grosso.
Outro partido que teria ficado com a maior parte das propinas acertadas entre Aécio e a JBS, de acordo com os delatores, foi o Solidariedade. Dos R$ 15 milhões direcionados à sigla, R$ 11 milhões foram doados oficialmente ao diretório nacional, segundo os executivos. Ricardo Saud, da J&F, ponderou que o Solidariedade, naturalmente, seria uma das legendas que apoiariam Aécio, mas, mesmo assim, foi acertada a “ajuda”.
Os outros R$ 4 milhões foram viabilizados por meio de notas fiscais frias a empresas indicadas por Paulinho da Força, presidente da legenda, contaram os delatores. Os documentos foram entregues ao MPF.
O delator narrou inclusive um conflito entre Aécio e o senador Agripino Maia em torno da campanha do DEM em 2014. Inicialmente, segundo o executivo, estavam acertados R$ 10 milhões ao partido, mas, após um suposto desentendimento entre o presidenciável e o democrata, o financiamento teria sido interrompido.
“E o Agripino me ligava dia sim, dia não: ‘cara, cadê o dinheiro, já foi autorizado, eu fui o coordenador da campanha’. Aquela coisa toda. Aí eu peguei e falei: ‘Você vai me desculpar, mas não tem nada para o senhor, mandaram cancelar'”.
De acordo com a delação, após uma conversa entre Aécio e Agripino, o caixa do DEM voltou a ser liberado. “Ele conversou, e voltou com 2 milhões. Esses 2 milhões foi feita a doação e pediu para depositar na conta do DEM”, alegou Saud.
A JBS ainda dá conta de doações oficiais de R$ 150 mil ao PSL, R$ 650 mil ao PTC, R$ 50 mil ao PSDC, R$ 400 mil ao PTN, R$ 500 mil ao PEN, R$ 1 milhão ao PT do B, e R$ 1,3 milhão ao PMN – todas integrantes da coligação “Muda Brasil”, que lançava Aécio à Presidência.
Os executivos relataram que a única legenda que lançou candidatura independente, em 2014, e entrou no pacotão apontado pelos delatores é o PSC, que alçou Pastor Everaldo ao Planalto. O diretor de Relações Institucionais da J&F Ricardo Saud alegou ter tratado do pagamento de R$ 100 mil, por meio de doação oficial, a pedido de Aécio Neves, junto a um interposto do partido.
“Como é que o pastor Everaldo era candidato e tá dando R$ 100 mil para o partido? parece que era pra ter um debate e tal”, relatou. Pastor Everaldo também é citado pela Odebrecht em uma suposta propina para ajudar Aécio em debate eleitoral televisivo, na corrida presidencial de 2014.
Até mesmo o PMDB, que apoiou Dilma Rousseff, entrou para o pacotão de repasses da JBS para a “compra de apoio político” da candidatura de Aécio, segundo a versão dos delatores. Os executivos dizem ter doado R$ 1,5 milhão para a campanha de Ivo Sartori (PMDB-RS) ao governo estadual do Rio Grande do Sul.
“O Aécio pegou e pediu pra dar R$ 1,5 milhão para o PMDB do Rio Grande do Sul. Lá, o Ivo Sartori era dissidente, porque o PT tinha candidato. Aí, o Aécio deu 1,5 milhão desse dinheiro dessa propina para o Sartori. E aí fizemos doações oficiais dissimuladas”, relatou.
Defesas
“São falsas as declarações dadas por Joesley Batista e Ricardo Saud, que atuaram em seus depoimentos como verdadeiros atores na tentativa de construir uma narrativa que sustente a história criminosa que fabricaram para ganhar os benefícios da delação e sobre a qual não apresentaram provas concretas”, disse a assessoria do senador tucano.
“O senador Aécio Neves prestará à Justiça, por meio de sua defesa, todos os esclarecimentos sobre os assuntos mencionados e reitera que jamais recebeu propinas ou defendeu interesses da JBS, como o próprio Saud admite na declaração dada de que: ‘Aécio nunca fez nada por nós'”, finaliza a assessoria.
O PTB também se manifestou: “O Diretório Nacional do Partido Trabalhista Brasileiro afirma que a legenda recebeu doações de campanha da empresa JBS S.A. nas eleições gerais de 2014. Entretanto, o PTB ressalta que todas as doações recebidas pela referida empresa foram feitas por indicação do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), candidato a presidente da República apoiado pelo partido naquela época. E reiteramos que as doações recebidas foram realizadas rigorosamente dentro das normas legais e devidamente declaradas à Justiça Eleitoral”.
“O Diretório Nacional do PTB, portanto, esclarece que o partido jamais teve qualquer relação com a JBS nem com qualquer membro da empresa – seja pessoa física, seja pessoa jurídica. Certificamos que o partido não teve vínculo com a JBS no passado, não tem no presente e não terá no futuro”.
“Declaramos também que o PTB não tem compromisso em ajudar a JBS, tendo em vista a atuação aberta, firme e intensa de parlamentares do partido na CPI do BNDES, comissão que teve por objetivo investigar irregularidades em empréstimos concedidos pelo banco. Por fim, reiteramos o apoio do Partido Trabalhista Brasileiro às investigações da Lava Jato, e queremos que as denúncias envolvendo a JBS S.A. sejam apuradas e a empresa seja devidamente punida por todos os crimes que cometeu”. A nota é assinada por Roberto Jefferson, presidente nacional da legenda.
O senador José Agripino Maia, presidente do DEM, afirmou que nunca houve “qualquer entrevero com Aécio Neves” e que apenas ligou para o delator Ricardo Saud porque havia um atraso nas doações oficiais da JBS ao partido. “A minha ligação foi por conta de a doação ter sido feita a doação dia 2 de outubro, perto de quando se encerrava o período em que as doações poderiam ser utilizadas e distribuídas aos candidatos. Foi feita pelo retardamento da doação prometida e que não acontecia. Não teve entrevero entre eu e Aécio”, afirmou.
“Todas as contas eleitorais do Solidariedade foram aprovadas pela Justiça Eleitoral”, diz nota do partido. “A JBS fez uma doação legal de R$ 11 milhões, que foram distribuídos oficialmente entre diversos candidatos do partido pelo Brasil, portanto, não há irregularidade. Também é importante ressaltar que o Solidariedade foi um dos primeiros partidos a se definir na eleição de 2014, muito antes dos demais”, finaliza a nota.
“Sobre a informação de que o Partido Social Cristão teria recebido recursos do Grupo JBS nas eleições de 2014, o partido esclarece que:
– O Grupo JBS não fez nenhuma doação para o Diretório Nacional e nem para a campanha presidencial do PSC;
– As campanhas do partido sempre foram modestas e feitas com recursos legais, informados à Justiça Eleitoral por meio das prestações de contas entregues ao TSE;
– É absolutamente fantasiosa a suposição de que atuação do partido na campanha de 2014 tenha sido influenciada por qualquer empresa”.
O presidente do PMN Antônio Carlos Bosco Massarolo confirmou que o partido recebeu R$ 1,3 milhão, registrado em doações oficiais, da JBS, no entanto, disse desconhecer as tratativas do senador afastado Aécio Neves para angariar os recursos. Ele também afirmou que, como encabeçou a chapa eleitoral, o tucano ficou responsável pela arrecadação de campanha.
“A JBS provavelmente fez essa doação a pedido do Aécio Neves, porque o partido não tinha essas relações com a empresa. Não sei como foram as tratativas, mas, pelo que vi na imprensa, parece que o linguajar do Aécio não é dos melhores”, afirmou.
Massarolo ainda esclarece que, quando a doação é feita ao partido, “é feito um recibo eleitoral é discriminado da origem”. “Nas contas dos candidatos deve constar. À época, não existia nenhum tipo de ideia de que poderia haver esses embaraços legais da JBS”, relatou.
O PSDC também se manifestou: “Em depoimento prestado pelo executivo da JBS, Valdir Aparecido Boni, à Procuradoria Geral da República em 4 de maio de 2017, o executivo afirma que todas as tratativas pertinentes as irregularidades fiscais que teriam beneficiado a JBS, em Rondônia, foram mantidas exclusivamente com o contador Clodoaldo Andrade, na sede da sua empresa, Rio Madeira Contabilidade Empresarial”.
“Considerando que o senhor Clodoaldo Andrade, integra a direção do PSDC do Estado de Rondônia (…) e que no depoimento prestado pelo executivo Valdir Aparecido Boni, ele teria conhecido o referido contabilista na sede do PSDC (…) a Comissão Executiva do Diretório Nacional do PSDC, fundamentada em seu compromisso com a transparência e a legalidade, convocou o Presidente Estadual do PSDC em Rondônia, o Eng. Edgard Nilo Tonial e o Contador Clodoaldo Andrade, também integrante da Direção Estadual do PSDC naquele Estado, para comparecerem na sede operacional do partido em São Paulo – SP, e apresentarem a versão dos fatos.
Após a audiência, a Direção Nacional do PSDC, deliberará sobre as providências que se mostrarem necessárias, no âmbito partidário”.
A reportagem entrou em contato com o PT do B, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria. O espaço está aberto para manifestação.
Da mesma forma, entrou em contato com o PEN e o PTC, mas não consegui respostas. O espaço está aberto para os duas legendas.
Fonte Banda B

Em duas semanas, Câmara recebe 14 pedidos de impeachment de Temer.

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Enquanto o governo Michel Temer tenta sobreviver à crise política, a Câmara dos Deputados recebeu nesta segunda-feira, 29, mais um pedido de impeachment do presidente da República. Desde que foram divulgadas as gravações do empresário Joesley Batista, da JBS, há duas semanas, foram protocolados 14 pedidos de afastamento do presidente da República.
O pedido desta segunda-feira, 29, foi apresentado por Mário Berti Filho, ex-candidato do PCB à prefeito de Mogi das Cruzes (SP) no pleito de 2008. O requerente diz que diante dos fatos narrados pelo empresário, Temer teria cometido crime de responsabilidade.
Na quinta-feira, 25, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) protocolou um pedido sugerindo, além da perda de mandato, a inabilitação para o exercício de cargo público por oito anos. A entidade alegou que Temer “procedeu de modo incompatível com a dignidade e o decoro de seu cargo”.
Desde que Temer assumiu definitivamente o mandato, foram 18 pedidos de abertura de processo para o afastamento do presidente da República, sendo 14 protocolados desde 17 de maio. O primeiro deles foi de novembro passado, baseado nas acusações do ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, de que o ex-ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, o teria pressionado para liberar a construção de um prédio em Salvador.
Aliado de Temer, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que não servirá de instrumento de desestabilização do governo e sinalizou que não pretende levar adiante nenhum dos pedidos de impeachment. Oficialmente, os pedidos protocolados são submetidos à analise do corpo jurídico da Casa, que produzirá um parecer a Maia recomendando ou não a abertura do processo impeachment. Não há prazo formal para análise dos pedidos.
Embora Maia tenha dado sinais de fidelidade a Temer, a demora para indeferir os pedidos vem preocupando aliados do presidente da República. Parlamentares começam a desconfiar de que Maia poderia estar segurando os despachos propositalmente, já que a palavra final e a decisão política é do presidente da Câmara.
Os defensores de Maia negam. “A índole dele é outra”, disse um líder governista, comparando o atual presidente da Casa a seu antecessor, o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O ex-deputado anunciou a abertura do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff no dia em que foi informado de que o PT não impediria o andamento do processo de cassação no Conselho de Ética.
Fonte Banda B