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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

14/01/2020 *--* DEUS É FIEL !!!!

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Boi é Furtado de Fazenda em Pitanga.


  No dia 13 de janeiro de 2020, às 9h compareceu na sede da 3ª Cia um senhor relatando que reside em uma chácara a qual fica na localidade de Borboleta dos Bida e que na data de 11 de janeiro haviam furtado um boi, sendo que posteriormente ele percebeu que a sua cerca da propriedade estava arrebentada. Sem mais informações foi orientado. 

Fonte: Polícia Militar


Indivíduos entram em Propriedade e causam danos em Mato Rico


  No dia 13 de janeiro de 2020, após solicitação de uma Senhora a equipe deslocou em sua residência na localidade Rural, pois, segundo ela dois masculinos haviam adentrado em sua propriedade e causaram danos. No local a equipe constatou o fato sendo que o portão estava danificado e uma parte da janela estava quebrada. A vítima não conhece os autores, porém relatou que ambos estavam de bermuda um deles é de cor branca e possui tatuagens no pescoço e nos braços e o outro tinha um brinco na orelha. Relata ainda que estavam em uma moto Honda CG 125 de cor escura e que após o ocorrido os autores evadiram-se seguindo pela estrada principal sentido Pitanga. Realizado patrulhamento, porém sem lograr êxito na localização dos mesmos. Orientada a vítima quanto aos procedimentos. 

Fonte: Polícia Militar.


Mulher fica ferida após acidente em Marechal Cândido Rondon.


Um acidente de trânsito foi registrado na manhã desta terça-feira (14) no cruzamento entre as Ruas Mato Grosso e Independência, em Marechal Cândido Rondon.

A colisão lateral envolveu um veículo Argo, placa da cidade, e um Ka, de Toledo.


Segundo informações apuradas pela reportagem do AquiAgora.net, o Argo seguia pela Independência, sentido centro, e o Ka pela Mato Grosso, sentido Hospital Filadélfia, sendo que no cruzamento houve a colisão.

Uma ocupante do veículo Argo resultou com ferimentos e foi encaminhada ao Hospital Rondon pela equipe do Corpo de Bombeiros. A Polícia Militar foi acionada.

Fonte: Aqui Agora.


Nove em cada dez pequenos municípios do Paraná enfrentam problemas com consumo de drogas.


Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (13) pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) revela que 89% dos pequenos municípios do Paraná enfrentam problemas relacionados ao consumo e circulação de drogas.

Ao todo, o estudo considerou os dados repassados por 136 municípios (35,59% das 399 cidades paranaenses), sendo principalmente municípios de pequeno porte – com menos de 50 mil habitantes.


Considerando o alcance da questão, a situação do Paraná chega a ser mais grave do que a média do restante do país, onde 85,43% das 1.599 cidades pesquisadas enfrentam problemas por conta do consumo e circulação de drogas.

Segundo o estudo, apenas 21,13% dos municípios paranaenses pesquisados possuem Centros de Atenção Psicossocial (Caps), que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional.

As principais áreas afetadas pelo uso de drogas são saúde (75,35%), educação (61,97%), segurança (59,86%) e assistência social (59,15%).

Segundo dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), do Ministério da Saúde, a cada dia no Paraná são registradas, em média, 50 internações decorrentes de problemas relacionados ao consumo de álcool e outras substâncias psicoativas, como opiáceos, canabinóides, sedativos e hipnóticos, cocaína e outros estimulantes.

Ao longo de todo o ano de 2018, último período com dados consolidados, haviam sido registradas 18.293 internações. O número aponta para um crescimento de 6,52% na comparação com o ano anterior, quando haviam sido registrados 17.174 internamentos por conta de transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substâncias psicoativas.

Fonte: Bem Paraná.


PF filma assessor de deputado afastado recebendo R$ 50 mil.


Um secretário do deputado afastado Wilson Santiago (PTB-PB) foi filmado pela Polícia Federal enquanto recebia R$ 50 mil no aeroporto de Brasília. Ele levaria o dinheiro, depois, para o Congresso, de acordo com a investigação. O vídeo faz parte das investigações da Operação “Pés de Barro”, que apura o pagamento de mais de R$ 1,2 milhão em supostas propinas resultantes do superfaturamento das obras da Adutora Capivara, no sertão Paraibano.

O dinheiro foi entregue a Israel Nunes de Lima em 7 de novembro de 2019. O acerto, no entanto, teria ocorrido entre George e Evani Ramalho na noite anterior no estacionamento de uma rede de supermercados. 

George Ramalho é empresário da Construção, Empreendimentos e Comércio, a Coenco, responsável pela construção do sistema adutor, e fechou delação premiada com a PF. Evani é secretária parlamentar de Santiago. Ela é apontada pela PF como responsável pela gerência operacional e contábil do esquema de corrupção.

Em 7 de novembro do ano passado, segundo a investigação, George pegou um avião de João Pessoa para Brasília levando, em uma mochila, R$ 50 mil em dinheiro. Ao chegar no aeroporto ele entregou a mochila a Israel após uma conversa rápida. Israel saiu do aeroporto no carro da locadora de veículos que possui contrato com a Câmara dos Deputados.

O veículo seguiu até o anexo IV da Câmara dos Deputados, onde se encontra o gabinete do deputado federal Santiago.

O advogado Luis Henrique Machado, que defende o parlamentar, disse que George ganhou “notoriedade na Paraíba por delatar terceiros para não ser preso” e não apresentou nenhuma prova de que Santiago recebeu dinheiro ilícito.

“Tampouco a Polícia Federal apresentou provas que incriminassem o deputado. A ação controlada, as intercepções telefônicas, telemáticas e ambientais não dizem nada a respeito do deputado, somente ilações e conjecturas”, disse o defensor.

As defesas de Israel e Evani não foram localizadas. Em 21 de dezembro, a PF cumpriu um mandado de busca e apreensão no gabinete de Santiago, a mando do Supremo. 

Fonte: jornal O Estado de S. Paulo.


Governo ‘contribuiu’ ao tirar Moro da Lava Jato, diz Gilmar Mendes.


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que o presidente Jair Bolsonaro deu uma “contribuição importante” ao País ao oferecer o ministério da Justiça e da Segurança Pública ao então juiz federal Sérgio Moro e, assim, afastá-lo da Operação Lava Jato. Para o ministro, a saída de Moro de Curitiba ajudou a retornar a “normalidade” ao País.

“Uma contribuição importante – tendo em vista inclusive as revelações que estão aí – que o governo Bolsonaro deu ao sistema político institucional brasileiro foi ter tirado o (Sérgio) Moro da Lava Jato”, disse Gilmar.

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A opinião foi dada durante entrevista ao programa Poder em Foco, do SBT, veiculada na noite de domingo passado.

O ministro disse que ida de Moro para o governo Bolsonaro poderia validar acusações de suspeição do então juiz federal para os casos denunciados pela operação, como os que pesam contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. “Não sei se foi uma boa opção para o Moro, inclusive deste ponto de vista da insuspeição, da imparcialidade. Ter prendido o principal adversário do presidente da República, do candidato a presidente da República, e vir servir a esse governo. Colegas acadêmicos mundo afora fazem esse tipo de pergunta”, afirmou.

O ministro disse ser “inevitável” que as supostas conversas vazadas, entre promotores da Lava Jato e Moro, devam ser usadas no processo que avaliará a suspeição do atual ministro, a ser analisado pelo Supremo ainda neste semestre. O ministro destacou ainda que as discussões, na avaliação dele, deverão passar pelo fato de as provas serem licitas ou não. Ainda assim, Gilmar criticou o conteúdo das mensagens entre Moro e os promotores. “Tenho a impressão de que havia um voluntarismo, um propósito até positivo de combate à criminalidade, eventualmente a qualquer preço. Eu já disse que pode até não ter grandes talentos jurídicos na Lava Jato, mas eles têm grande talento de mídia, de marketing”.

O ministro, entretanto, afirmou que o recurso que questionava a parcialidade de Moro em processos como o do ex-presidente Lula já havia sido apresentado ao STF antes de o site The Intercept Brasil começar a divulgar o conteúdo das mensagens. Ele defendeu ainda o entendimento de que réus delatados devem ser ouvidos após seus delatores, o que também afeta a Lava Jato. 

Fonte: jornal O Estado de S. Paulo.