Fique Bem Informado acesse o Blog do Beto

ÁUDIO DESCRIÇÃO DO BLOG DO BETO: VOCÊ QUE TEM PROBLEMA VISUAL CLIQUE AQUI EM BAIXO:

domingo, 18 de janeiro de 2015

Após perseguição, PRF apreende 43 kg de crack escondidos em carro.


                        Apreensão ocorreu após perseguição policial na BR-277 (Foto: Divulgação/ PRF)

Após uma perseguição, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 47,3 kg de crack e 5,7 kg de cocaína na noite de sábado (17) na BR-277, em Santa Terezinha de Itaipu, região oeste do Paraná. A polícia informou que as drogas estavam escondidas em um fundo falso sob o assoalho do carro.

Segundo a PRF, o motorista se negou a parar para uma fiscalização de rotina e chegou a lançar o carro contra os policiais, dando início à perseguição. A polícia localizou o carro abandonado cerca de um quilômetro à frente do posto.

Foi necessário, conforme a PRF, um desencarcerador para remover parte da lataria do veículo e retirar os entorpecentes. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil em Santa Terezinha de Itaipu.
Fonte : G1

Ônibus tombou na madrugada deste domingo (18), em Ponta Grossa.
Três pessoas morreram; entre elas, duas crianças de 4 anos e de 10 meses.


   Acidente ocorreu por volta das 5h30 na BR-376 na região de Ponta Grossa (Foto: Fabio Matavelli)

O policial rodoviário federal Kleber Maurício Cavali afirma que os passageiros que tiveram apenas escoriações usavam cinto de segurança no momento em que um ônibus de turismo tombou na madrugada deste domingo (18) em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná. “Já os que se feriram gravemente não usavam cinto de segurança”, diz. Três pessoas morreram e outras 36 ficaram feridas; oito delas seguem em estado grave.
O ônibus tombou por volta das 5h30 na BR-376, próximo à entrada de Ponta Grossa. O veículo seguia de Paranavaí, no noroeste do estado, com destino a Curitiba quando tombou na pista. As vítimas que faleceram no local do acidente são uma idosa de 65 anos e uma menina de 5 anos. Pela manhã, um bebê de 10 meses que foi levado em estado grave para o Hospital Bom Jesus também morreu. Os feridos foram encaminhados para o Hospital Bom Jesus, Vicentino, Santa Casa, Hospital Geral da Unimed (HGU) e também para o Pronto Socorro Municipal de Ponta Grossa. Aos poucos, eles estão sendo liberados.
“Ainda estamos levantando alguns dados que o motorista não soube informar exatamente o que houve, se veio alguém no sentido contrário ou se, de repente, ele até dormiu”, afirma. De acordo com Cavali, o motorista disse que só se lembra de ter visto uma luz forte à frente. “Então, ele 'tirou para a direita'. Como não há acostamento e a rodovia está em obras, ao puxar para a direita, ele já saiu da pista. Aí tombou e deslizou na pista", explica. A polícia vai investigar o caso.
O acidente foi no Km 468, 11 quilômetros antes da entrada de Ponta Grossa. O ônibus tombou fora da pista, ficando na área das obras de duplicação da rodovia. Entre as 6h30 e 7h15, conforme a PRF, a rodovia chegou a ser interditada para atendimento às vítimas. Antes da 9h, a estrada já havia sido liberada.
Nota da Viação Garcia
Em nota, a Viação Garcia informou que o motorista que conduzia o ônibus vinha de uma folga. Conforme a companhia, ele estava totalmente descansado, no pleno exercício de suas funções para percorrer o trajeto. Ainda segundo a empresa, o motorista relatou que uma carreta invadiu a pista no sentido contrário e, para evitar a colisão frontal, manobrou para desviar.
De acordo com a Viação Garcia, desde os primeiros momentos do acidente, equipes de profissionais da empresa e da seguradora contratada foram deslocadas ao local para auxiliar nos primeiros atendimentos aos passageiros e familiares.
Por fim, a empresa disse que lamenta profundamente a morte dos três passageiros e que se coloca à disposição das famílias para prestar toda a assistência necessária. Conforme a nota, há funcionários da Viação Garcia monitorando o atendimento dos passageiros feridos em todos os hospitais para prestar informações aos familiares.
Fonte G1

Cantor do Art Popular acalma fãs após acidente no litoral: 'Já estou zero'.


   Ricardo Lima, vocalista do Art Popular, postou foto em uma rede social neste domingo (Foto: Reprodução/Instagram)

Um dos cantores do grupo de pagode Art Popular foi encaminhado ao Pronto Socorro Central de Santos, no litoral de São Paulo, após cair de uma moto aquática neste sábado (17). Ricardo Lima estava aproveitando o dia ensolarado com os amigos no mar. Ele se pronunciou em uma rede social neste domingo (18).

De acordo com informações de testemunhas que conversaram com o G1, o artista estava andando de moto aquática com os amigos. Durante a brincadeira, ele caiu do veículo. Um homem que estava em uma embarcação e passou pelo local viu o cantor na água e o retirou do mar. Os amigos do artista o levaram para o Pronto Socorro Central de Santos.

De acordo com funcionários do hospital, Ricardo deu entrada no PS por volta das 20h30 com quadro de etilismo, ou seja, excessivo consumo de bebida alcoólica. Ele recebeu soro e ficou em repouso. No começo da madrugada, o cantor recebeu alta médica.

Ricardo Lima entrou no grupo Art Popular em 2012. Pedrinho Black, Pimpolho, Mali, Tcharlinho e Evandro são os outros integrantes do grupo de pagode.
Por volta das 16h45 deste domingo, o cantor se pronunciou por meio de uma rede social. "Como vocês podem ver, já estou zero. Foi uma fatalidade. E não acreditem no que falam por aí. Prometo que vou aprender a nadar", disse.
  Ricardo Lima é um dos cantores do grupo de pagode Art Popular (Foto: Ricardo Lima/Arquivo Pessoal)
Fonte G1
A polêmica sobre as mulheres, as roupas curtas, os corpos em evidência e os ataques dos ‘machos’.

   aiqdeliciacara

Causou bastante polêmica o resultado de uma pesquisa que indicou que a maioria da população acha que mulher com pouca roupa ‘merece’ ser encoxada/atacada. O jornal Oi publicou algumas reportagens sobre este assunto e neste domingo divulga trechos de um artigo publicado na revista Carta Capital, para que todos possam refletir um pouco sobre o assunto. É certo que todos, homens e mulheres têm muito a aprender e evoluir sobre o assunto.
“Se as mulheres soubessem se comportar haveria menos estupros”. “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”. “Tem mulher que é pra casar, tem mulher que é pra cama”. “Em briga de marido e mulher não se mete a colher”.
Frases como essa são aceitas, parcial ou totalmente, pela maioria dos brasileiros em pleno 2014. A conclusão, divulgada nessa semana faz parte de uma pesquisa sobre tolerância social à violência contra mulheres realizada com 3.810 pessoas pelo Sistema de Indicadores de Percepção Social (Sips) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Segundo o mesmo estudo, cerca de um terço dos brasileiros aceita, total ou parcialmente, ideias como a de que a mulher casada deve satisfazer o marido na cama, mesmo sem vontade (27%).
Segundo os pesquisadores, a culpabilização da mulher pela violência sexual fica evidente quando, por exemplo, 58% dos entrevistados dizem concordar “totalmente” com a afirmação de que ela só é vítima de agressão sexual por não se comportar de maneira adequada. “Por trás da afirmação está a noção de que os homens não conseguem controlar seus apetites sexuais; então, as mulheres, que os provocam, é que deveriam saber se comportar, e não os estupradores. A violência parece surgir como uma correção: ela merece e deve ser estuprada para aprender a se comportar. O acesso dos homens aos corpos das mulheres é livre se elas não impuserem barreiras, como se comportar e se vestir ‘adequadamente’”.
Toda mulher quer se casar. Esse retrato não surge do nada. Tem como base a aceitação de um modelo que coloca o homem  como “referência” em todos os espaços sociais. Nesse modelo, são os homens que detêm o poder público e o mando sobre o espaço doméstico – e sobre os corpos e vontades das mulheres.

Essa ideia fica evidente, por exemplo, quando 64% dos entrevistados dizem que “os homens devem ser a cabeça do lar” ou quando 79% afirmam que “toda mulher sonha em casar”.

Parecem frases inofensivas, mas não são. Por trás das afirmações, apontam os pesquisadores, está a ideia de que a mulher somente pode encontrar a plenitude em uma relação estável com um homem – ou que deve ser recatada sem almejar uma vida de solteira com muitos parceiros. Essa ideia, segundo o estudo, tem influência marcante da religião: católicos têm chances 1,5 vez maior de concordar com a afirmação de que toda mulher sonha em casar, e os evangélicos, 1,8. O índice cai, no entanto, entre grupos mais escolarizados. “Aqueles que consideram o homem como ‘cabeça do lar’ têm propensão maior a achar que a mulher é responsável pela violência sexual”, escrevem os autores.
Há uma tendência, no entanto, de discordar da ideia de que a mulher deve satisfazer as vontades do marido – o índice dos que refutam essa ideia (65%) é maior do que o de quem a aceita total ou parcialmente (41%). “Essa afirmação coloca subliminarmente a delicada questão do estupro no âmbito do casamento, um tabu resultante do confronto entre os comportamentos e desejos sexuais femininos e masculinos.”
A conclusão dos pesquisadores é que, de maneira geral, há hoje uma dificuldade em admitir posturas mais toleráveis à violência de gênero. “Resta saber se as práticas também seguem esse movimento, e os indícios parecem apontar que não.”
Fonte : O Jornal do Povo

Está na hora de morar com a namorada? Infográfico responde.


   

Mudar-se e morar com a namorada antes do casamento, dizem, não é lá muito saudável. Há pesquisas de universidades estrangeiras que indicam haver maior risco de divórcio, maior tendência a depressão e pouco ou nenhum benefício em longo prazo. Verdade ou não, é melhor pensar bem antes de tomar esta decisão.

Isla Bell Murray, designer, e Wendy Steiner, socióloga, escrevem para o Bold Italic e montaram uma lista de perguntas que você deve responder antes de fazer as malas. Quanto tempo faz que namoram? Já terminaram quantas vezes? Vocês dormem juntos o tempo inteiro? Basta responder 'sim' e 'não' para as questões para, no final, ter um caminho indicado pelas garotas. 
Fonte : GQ

                      Só por uma noite


Diálogos - Sexo ed 47 (Foto: Mauricio Planel)

Numa roda de amigos, perguntei uma vez se homens e mulheres tinhamos mesmos direitos sexuais. Todos disseram que sim. Então quis saber o que eles pensam sobre uma mulher que faz sexo casual. Alguns ficaram semresposta, outros gaguejaram, um deles disse que é moderna demais. Para os homens, transar com uma desconhecida ou com uma conhecida, que não tema menor chance de virar namorada, é um assunto simples de ser resolvido: eles fazem, tomam banho, vestema roupa e vão embora. Lavou, tá novo, certo? No máximo passam pelo desconforto na hora da despedida. Fazem aquele mise-enscène todo de pedir o telefone mesmo quando está claro para os dois que ele não vai ligar. 

Sim, a maioria das garotas ainda conta com que o rapaz dê o ar da graça. Mas muitas delas esperam mesmo essa ligação para se sentirem menos julgadas – o que a maioria dos homens ainda faz. A gente sabe que uma noite de sexo para eles pode não significar nada.O que você talvez não saiba, mas certamente está pouco preparado para lidar, é que muitas mulheres dão graças quando o telefone não toca no dia seguinte ou quando você não fica para dormir. Para nós, o “lavou, tá novo” também vale. 

Ainda me lembro da cara perplexa e ofendida de um namorado, que tinha se tornado ex, quando confirmei suas suspeitas de que eu só ligava para ele para transar. Nas primeiras vezes, eu abria um vinho, a gente ficava conversando, até que chegávamos ao real motivo do meu convite. Passei a pular as etapas e levá-lo direto para o quarto, e depois até a porta para que ele fosse embora e eu pudesse dormir feliz sem brincar de conchinha. Você deve pensar: que sonho uma mulher não pegar no seu pé. Sonho até que aconteça e você ache aquilo um pesadelo, apenas porque não está acostumado a ser dispensado.

Sinto muito, mas é a realidade, mesmo que você não saiba exatamente como lidar com isso. A gente teve que aprender na marra que sexo não precisa vir acompanhado de amor, e não vou dizer que é fácil. Muitas mulheres ainda são criadas para namorar e casar – e só transar depois de casar. O problema é que a conta não fecha.  Entre a adolescência e o casamento ou um relacionamento mais estável podemse passar anos. Anos sem um beijo na boca, anos sem fazer sexo. Quem aguentaria?

Não se trata de revanche. Estamos apenas colocando em prática o discurso da mulher moderna. Parece uma equação fácil, mas não é. Se você quer e eu quero, por que não? Quase sempre porque a mulher fica com medo do que o cara vai pensar se ela for pra cama na primeira, na segunda, na 20ª vez que vocês transam, mas não têm o carimbo de uma relação.

O que está mudando é que muitas de nós já não estamos mais preocupadas como que vão pensar. Nós transamos porque gostamos de sexo. Pode ser bom com você, como João-da-esquina ou como Pedro-do-clube. O sexo rolou porque nós dois queríamos, estávamos morrendo de tesão. Se, mesmo assim, você me rotular, pensar que sou periguete ou que não sirvo para namorar, saiba: é você, com sua cabeça ogra e retrógrada, que não serve para mim. Portanto, fique tranquilo.
Fonte : GQ

Menina de 18 anos se prepara para casar com seu próprio pai após dois anos de namoro.


   "AS PESSOAS PRECISAM PESQUISAR MAIS SOBRE INCESTO E GSA", DIZ GAROTA QUE SE PREPRARA PARA CASAR COM O PRÓPRIO PAI (Foto: Thinkstock)

Na década de 80, Barbara Gonyo, fundadora de um grupo de apoio a crianças adotadas que tiveram a chance de conhecer os pais biológicos, cunhou o termo “Atração Sexual Genética” (GSA - sigla em inglês). Segundo ela, ele diz respeito aos intensos sentimentos amorosos e sexuais observados nas reuniões de reaproximação. Em entrevista ao The Guardian, contou que este sentimento tabu ocorre em 50% dos casos em que parentes afastados se reencontram na fase adulta. É exatamente esta a realidade vivida por uma garota americana de 18 anos.
Em entrevista à The New York Magazinea jovem da região dos Grandes Lagos, nos Estados Unidos, deu todos os detalhes do relacionamento de dois anos com o seu pai biológico, que ela conheceu 12 anos depois de completo afastamento. Um relato bastante perturbador.
Os pais da menina se conheceram no colégio, aos 18 anos, e a conceberam na noite da festa de formatura. Eles tinham um relacionamento sério há seis meses, mas romperam durante a gravidez. “Eu acho que os problemas psicológicos da minha mãe contribuíram para que a relação não funcionasse. Ela sofre de bipolaridade e outros problemas mentais”, disse. “Eles não eram felizes e não mantiveram o contato depois do meu nascimento.”
Nos dois primeiros anos de vida, ela foi criada pelos avós por conta do descontrole da progenitora e teve um breve contato com seu pai entre os 3 e 5 anos de idade.Mas os encontros eram sempre conturbados e marcados por discussões do ex-casal. Logo, as visitas cessaram.
“Quando eu tinha uns 15 anos, ele escreveu para a minha mãe dizendo que gostaria de me ver. Eu disse que sentia falta dele e não me importaria em encontrá-lo. Ela me perguntou como eu poderia sentir saudades de alguém que eu mal conhecia, que eu não via há muito tempo. Mas a minha carência era de uma figura paterna.” Segundo a jovem, a mãe sempre se relacionou com os caras errados e ela nunca conseguiu se sentir próxima dos padrastos.
Até que aos 17 anos, ela teve a chance de reencontrar o pai biológico. “Minha mãe era muito controladora. Ela tinha a senha do meu Facebook, desde a criação da conta. Um dia, depois de recuperar os meus privilégios de acessar a rede social, ele me adicionou como amigo. A princípio, pensei que fosse o meu avô, por causa do nome similar. Só depois me dei conta de que se tratava do meu pai. Eu disse que achava que ele estava morto e perguntei por que ele demorou para entrar em contato. Ele disse que sempre tentava me adicionar, mas eu sempre rejeitava o convite. Era a minha mãe controlando o meu perfil.”
O contato seguiu via internet e eles descobriram vários gostos em comum. Se encontraram uma semana depois. Passaram o dia todo abraçados. “Descobrimos que somos muito parecidos.” Foi aí que a menina pediu para passar uma semana com ele, que morava cerca de 30 minutos de distância da sua casa. “Acho que minha mãe sabia que eu iria me mudar. Chegamos a um ponto onde eu precisava escapar, ela era muito controladora.”
Os dois passaram cinco dias juntos. “Ele estava morando com a namorada. Na primeira noite, dormiu no sofá e eu no chão, só para ter a certeza de que estava tudo bem. Dormir em lugares diferentes me deixava ansiosa e eu pedi para que ele ficasse comigo, caso eu tivesse pesadelo durante a noite. Na segunda noite, ele dormiu no sofá novamente. E no terceiro dia, eu me vi dormindo com ele no chão, deitada em seu peito, nos braços. A quarta noite passamos no chão de novo. Desta vez, nós realmente nos abraçamos. Quando acordamos, estávamos de conchinha. Eu não soube disso na hora, mas depois que nos declaramos, ele confessou ter tido uma ereção. [Não senti nada]. Eu estava dormindo e ele foi discretamente ao banheiro.”
Na noite seguinte, enquanto brincavam de lutinha antes de se deitarem, ela o mordeu. “Eu pude vê-lo arrepiado dos dedos dos pés aos ombros. Em seguida, ele beliscou minha coxa e eu me arrepiei toda. Paramos e dissemos que não sabíamos o que estava acontecendo, mas admitimos que sentíamos algo forte um pelo outro. Discutimos se isso era certo e nos beijamos. Depois, fizemos amor pela primeira vez. Foi quando eu perdi a virgindade.
Ela conta que nunca teve vida social, namorou um garoto durante dois anos, mas foi traída. Em seguida, se relacionou com uma garota, mas ela era muito religiosa e a relação não vingou.
Há uma razão para eu ter perdido a virgindade com ele - eu nunca me senti confortável com outro homem. Foi incrivelmente sensual. Nós dois tivermos orgasmos”, relatou, acrescentando que em nenhum momento foi coagida ou sentiu estranheza. “Foi natural. Não foi um tabu. Senti como se estivesse fazendo amor com um homem com quem eu estava junto há anos.
No depoimento, ela confirmou que eles se sentiram completamente apaixonados, sentimento que causou o fim do namoro do pai, na época. A mãe e a família materna os veem como pai e filha; já a família paterna os aceita como um casal e “estão ansiosos para que tenhamos filhos”.
Quase dois anos depois do início do relacionamento, eles planejam se casar. “Quero um casamento completo, mas não legalmente registrado. Não acredito que um pedaço de papel prove que você deseja ficar com a pessoa que ama.” Para isso, pretendem se mudar para Nova Jersey, onde podem se sentir seguros perante a lei. “O incesto entre adultos não é considerado ilegal por lá. E assim que mudarmos, vou contar a todo mundo.”
O desejo do casal é também ter filhos biológicos. Eles não temem risco algum. “Eu não correria o risco de ter um filho se eu soubesse que seria prejudicial. Eu pesquisei sobre isso. Todo mundo pensa que as crianças nascidas em relações incestuosas, certamente, terão problemas genéticos, mas isso não é verdade. Isso acontece quando há anos de consanguinidade, como com a família real.”
Mas ela admite que, às vezes, o procura como filha. “Quando eu preciso do meu pai, eu digo, ‘Ei, pai, preciso de você’. E nessa hora, ele não é meu noivo ou namorado, mas meu pai.”
Hoje, ela está com 18 anos e ele com 37, mas garantem que a diferença de idade não atrapalha em nada. “Eu nunca me senti dessa forma com ninguém.”
Quanto aos julgamentos, ela diz: “Eu não entendo por que estou sendo julgada por ser feliz. Somos dois adultos que salvaram um ao outro. As pessoas precisam pesquisar mais sobre incesto e GSA, porque eles não sabem do que se trata e não entendem como acontece. Quando você tem 18 anos, você sabe o que quer. Você é adulto diante da lei. Eu posso cuidar de mim mesma. Não preciso se proteção. Se eu estivesse em uma situação da qual eu tivesse que sair, eu sairia. Não tenho medo de me defender.”
Fonte : Globo