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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

02/12/2019 *--* Deus é Fiel !!!!!

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Veja só o que foi encontrado durante cumprimento de mandado judicial que foi realizado em Manoel Ribas.

Resultado de imagem para giroflex da policia

No dia 01 de dezembro de 2019 as 09h20min, foi dado fiel cumprimento de mandado de busca e apreensão sendo que, como resultado foram apreendidos: 02 carregadores pt 838 cal.380 ,200 estojo cal.380 deflagrados,182 estojo cal.22 deflagrados, 30 und. cal. 22 intactas, 01und cal.38 spl+p, 14 und cal. 380 intactas, todas marca CBC, um revolver Taurus cal.22 e uma pistola Taurus cal.380 Diante dos fatos as munições e as armas foram aprendidas juntamente com os envolvidos e foram conduzidos para Delegacia de Policia Civil de Manoel Ribas para os procedimentos cabíveis.

Fonte: Polícia Militar.


Mulher vista amiga em Pitanga e acaba com o celular furtado !!!

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No dia 01 de dezembro de 2019 relata à solicitante que estava na casa de uma amiga e seu celular Samsung a20 vermelho foi furtado, informa ainda que não sabe quem subtraiu e qual a hora exata que ocorreu o fato. Esse é o relato. 

Fonte: Polícia Militar.


Condutor de Fusion fica ferido em capotamento na PR-182, em Palotina


Um acidente de trânsito foi registrado na tarde deste sábado (30), na rodovia PR-182, trecho entre Palotina e Francisco Alves.

Conforme repassado ao Correio do Ar, um veículo Ford Fusion capotou após o condutor perder o controle da direção e sair da pista.

O motorista foi socorrido e encaminhado ao hospital de Francisco Alves.

Fonte: CGN.


Foz do Iguaçu aposta na inovação e tecnologia das startups.


Foz do Iguaçu, um dos destinos turísticos mais visitados do Brasil, também quer ser reconhecido por ser um pólo de inovação e empreendedorismo tecnológico. A prefeitura acaba de republicar o edital de reforma do prédio do antigo Centro Municipal de Turismo, na Avenida das Cataratas, onde funcionará o Centro Municipal de Inovação, que abrigará cerca de 50 startups de tecnologia.

A alteração no edital ocorreu por conta de uma atualização na planilha de custo da obra. A estimativa é que a reforma tenha um investimento de R$ 2,4 milhões. Os recursos são provenientes da Secretaria de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos. O projeto da  reforma foi doado pelo Fundo de Desenvolvimento e Promoção Turística do Iguaçu, o Fundo Iguaçu.

“Entraremos no mapa brasileiro da inovação e tecnologia. A instalação do Centro de Inovação vai estimular novos negócios no setor, movimentando a economia, mas também incentivando a vocação empreendedora com soluções que contribuam para avanços em diversas áreas, como turismo, segurança, saúde, educação e tantas outras em nossa cidade dentro dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU”, avalia o prefeito Chico Brasileiro.

Reforma
O Município pretende reformar o prédio do Centro Municipal de Turismo, onde está instalada a Secretaria Municipal de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos, Conselho Municipal de Turismo – Comtur e serviço de informações turísticas, dentre outras atividades, para implantação do novo espaço.

A empresa que vencer a licitação, no tipo concorrência pública, ficará responsável pela revitalização da área interna e externa, substituição da cobertura, modernização da rede elétrica, hidráulica, repaginação dos espaços internos, estacionamento, galerias pluviais e outras melhorias dentro da área de 2.500 mil metros quadrados do prédio.

O Centro Municipal de Inovação funcionará no andar superior do prédio após a reforma. Local abrigará salas de coworking, startups, networking e business service, tendo à disposição uma estrutura com espaço para reuniões e eventos. 

O ambiente  também proporcionará a troca de informações entre empresas de diferentes setores e a redução de custos com estruturas próprias.

Ambiente positivo
“Temos uma legislação municipal, a Lei Complementar 283/2017, e outra estadual, a Lei 15.634/2007, que permitem um ambiente diferenciado para a instalação de negócios de tecnologia e inovação em Foz do Iguaçu. Também já modificamos o Plano Diretor e a Lei de Zoneamento e Uso do Solo liberando praticamente todos os CNAEs para instalação de empresas de tecnologia em todas as regiões da cidade, inclusive no Corredor Turístico”, afirma o secretário de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos, Gilmar Piolla.

“Quando iniciarem as obras de repaginação do Centro Municipal de Inovação, teremos nove meses para formatar e publicar edital de seleção das startups. Chamaremos todas as instituições para definição do modelo de gestão. Ideia é selecionar iniciativas em áreas de ponta, como audiovisual, realidade virtual, 4D, games, animação e computação gráfica, video mapping, dentre outras”, acrescenta Piolla.

Concorrência
O recebimento e a abertura dos envelopes das empresas interessadas ocorrerão no dia 08  de janeiro, às 14h30, na Diretoria de Compras da Prefeitura. ?O edital está disponível no site: http://www2.pmfi.pr.gov.br/giig/portais/portaldatransparencia/licitacoes/wfrmLicitacoes.aspx. Mais informações através do e-mail crispina.cfn@pmfi.pr.gov.br (não utilizar provedor Hotmail) ou pelo telefone 2105-1367.

Fonte: assessoria de imprensa com CGN.


PT sofre para ter nomes fortes em 2020.


Uma das primeiras orientações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao PT assim que deixou a cadeia, há três semanas, foi para que o partido lance o maior número possível de candidatos a prefeito em 2020, principalmente nas cidades onde há horário eleitoral na TV. Lula quer aproveitar a eleição municipal para fazer a defesa dos governos petistas e dele mesmo. No entanto, a falta de candidatos competitivos, negativas por parte de velhos quadros da legenda e interesses políticos dos caciques regionais dificultam o cumprimento da orientação.

Em São Paulo, maior cidade do País, o PT ainda procura candidato. Uma ala importante da sigla, liderada por Lula, investe na volta da ex-prefeita Marta Suplicy. Eles sabem que a manobra é arriscada, mas acreditam que, com o aval de Lula, a articulação pode vingar. Do contrário, deve voltar a pressão para que Fernando Haddad assuma a tarefa. O ex-prefeito já disse várias vezes que não quer ser candidato. Ele argumenta que precisa organizar sua vida pessoal e que três eleições em um prazo de seis anos é muita coisa – ele concorreu, em 2015, à reeleição à Prefeitura e, em 2018, à Presidência.

O cenário se repete em Belo Horizonte, onde o deputado Patrus Ananias, citado explicitamente por Lula, está reticente. Patrus diz que prefere se concentrar em temas nacionais em vez de disputar a prefeitura da capital mineira, cargo que já ocupou. Parte do PT mineiro defende que o partido apoie a deputada Áurea Carolina (PSOL).

No Rio, a deputada Benedita da Silva, também citada por Lula, é outra que resiste em disputar. Segundo o presidente do PT fluminense, Washington Quaquá, o partido vai seguir a orientação de Lula e encomendar pesquisas. Enquanto isso, continua negociando com Marcelo Freixo (PSOL). “Benedita é mais forte na periferia. Freixo, na zona sul. Podemos ir tocando duas candidaturas próprias e lá na frente chegarmos a uma candidatura única e forte”, disse Quaquá.

Em Porto Alegre, nenhum dos três ex-prefeitos petistas citados por Lula como alternativas a uma aliança com Manuela D’Avila (PC do B) se animou. Dirigentes nacionais apostam no apoio à ex-vice de Haddad. Em Curitiba, por falta de nomes, o PT deve apoiar Roberto Requião (MDB).

Já em Salvador, o PT trabalha para filiar o presidente do Esporte Clube Bahia, Guilherme Bellintani, mas o governador Rui Costa pretende usar a eleição do ano que vem para fortalecer sua base na Assembleia Legislativa. Costa pode ter até três candidatos. Um deles é o deputado Pastor Sargento Isidório (Avante). “É possível que seja um candidato da aliança. O PT já tem o candidato na maior cidade do interior, que é Feira de Santana”, disse o senador Jaques Wagner (PT-BA).

Segundo o deputado José Guimarães (PT-CE), coordenador do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) do partido, o PT “dificilmente deixará de ter candidato” em pelo menos dez capitais, a maior parte no Nordeste. Guimarães inclui São Paulo, Belo Horizonte e Salvador na lista, ao lado de Recife, Fortaleza, Manaus, Goiânia, Natal, Aracaju e Teresina. “Queremos candidaturas competitivas, para ganhar. Os principais quadros, aqueles que têm compromisso com o PT, não podem se esconder.”

A ideia, afirma Guimarães, é nacionalizar a disputa nas principais cidades, transformando a eleição municipal de 2020 em uma ponte para derrotar Jair Bolsonaro em 2022.

A ordem de Lula para lançar o maior número possível de candidatos não inviabiliza alianças com outros partidos de esquerda e serve para cacifar a legenda no momento das definições. “Você acha que alguém vai querer negociar conosco se não colocarmos nossos nomes? Primeiro coloca os nomes. A segunda etapa é negociar”, disse ele.

Jaques Wagner concorda. “Lula está falando para ter candidatos no maior número de cidades possível, não em todas. Essa conclusão de que é uma política de alianças estreita, na minha opinião, está equivocada.” 

Fonte: jornal O Estado de S. Paulo.


Lei de deputado beneficia empresa da qual é sócio.

Uma lei de autoria do líder do governo na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), deputado Carlão Pignatari (PSDB), beneficiou uma empresa da qual ele é acionista e prejudicou um laboratório público estadual que integra o Hospital das Clínicas (HC). Com uma mudança na Política Estadual de Medicamentos, a lei praticamente impediu o governo de vender um sofisticado produto hospitalar para entidades filantrópicas, e assim eliminou o principal concorrente da companhia da qual o deputado é investidor.

De acordo com sua declaração de renda, Carlão tem R$ 625,6 mil em ações da Indústria Brasileira de Farmoquímicos (IBF), com sede em São José do Rio Preto (SP). Em 2011, ele chegou a presidir uma assembleia geral de constituição da empresa, com presença de todos os acionistas fundadores.

A IBF é um dos três laboratórios paulistas com registro na Anvisa para fabricar o produto FDG (18 F), essencial para o exame PET-CT – tomografia usada no diagnóstico de câncer. Hoje, no entanto, o mercado desse insumo no Estado é disputado apenas pela IBF e pela Cyclobras, de Campinas. A mudança na legislação barrou as vendas do FDG pelo Instituto de Radiologia (InRad) do HC, ligado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Com produção própria, o instituto comercializava sobras que não eram usadas internamente no hospital. A receita das vendas bancava a produção e uma série de pesquisas científicas em medicina nuclear.

“Para fazer uma ou 100 doses, é o mesmo custo”, diz o diretor executivo do InRad, Marco Bego. “Não tinha nenhum custo para a rede pública, nem para o HC. Era uma das poucas áreas do HC que só dependiam da sua operação.” O InRad vendia o insumo para 12 hospitais filantrópicos da capital – entre eles o Albert Einstein, o Sírio-Libanês e o Oswaldo Cruz. A venda para entidades particulares era feita por meio da Fundação para o Remédio Popular (Furp), ligada à Secretaria Estadual de Saúde.

A lei proposta por Carlão restringiu a venda do governo para entidades filantrópicas apenas “para uso exclusivo no diagnóstico ou tratamento de pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde”. Na prática, os hospitais não conseguem separar o produto só para pacientes do SUS. Isso resultou na suspensão das compras de todos os hospitais conveniados com o InRad.

O corte de receitas levou o HC a cogitar o fechamento do centro de pesquisas, que teve investimento público de R$ 7,7 milhões. Até a alteração, o laboratório não precisava de aporte do governo. A receita do InRad com a venda das sobras do FDG era estimada em R$ 700 mil por mês, o suficiente para cobrir os custos da equipe e da manutenção e investir em pesquisas.

Suspensão

A Cyclobras, única concorrente da IBF após a edição da lei, chegou a ter a venda do produto suspensa em outubro pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), que regula a produção de produtos radiofármacos no País. Durante seis dias, enquanto durou a suspensão, a IBF se tornou a única fornecedora do insumo em todo o Estado de São Paulo. Procurada pela reportagem, a CNEN não respondeu sobre os motivos para a suspensão.
À reportagem, a Secretaria de Saúde disse que não identificou nenhuma outra consequência da lei para a rede pública. Os prejuízos ficaram restritos ao HC.

Ao longo deste ano, Carlão compareceu a várias sessões da Comissão Parlamentar de Inquérito que investigou a Furp na Alesp, apesar de não ser membro efetivo da CPI. O governador João Doria (PSDB) já declarou que tem a intenção de repassar as fábricas da fundação para a iniciativa privada.
Após tramitar como projeto de lei, a proposta do deputado foi vetada em 2017 pelo então governador Geraldo Alckmin. O governo alegava que a medida era inconstitucional, pois criaria desigualdade no acesso aos medicamentos, e que a política do SUS “é regida pelo princípio da universalidade, que garante pleno acesso aos serviços de saúde estatais, não sendo lícito fazer qualquer tipo de distinção entre seus usuários”.

O texto tramitou por mais de um ano e meio na Alesp até o veto ser derrubado. O projeto foi incluído em um pacote votado em sessão extraordinária, em dezembro de 2018, na chamada “janela do fim de ano”.

Fontes de hospitais particulares estimam que, desde então, o preço do FDG já subiu cerca de 15%. O produto custa cerca de R$ 700 por exame. Considerados apenas os principais hospitais filantrópicos da capital, há uma demanda de ao menos mil exames PET-CT ao mês.

Para esses hospitais, não só o custo do produto ficou mais elevado como é necessário comprar em maior quantidade dos laboratórios IBF e Cyclobras, localizados no interior paulista. Isso porque o FDG, como qualquer produto de medicina nuclear, é altamente perecível. O InRad tinha a vantagem de estar localizado na capital.

O FDG é fabricado com um acelerador de partículas, chamado cíclotron, próprio para a produção de insumos da medicina nuclear. Desde que a lei impediu a venda, o InRad tem de se manter com o dinheiro do faturamento em anos anteriores. As reservas devem durar até fevereiro. “Ou a gente fecha o cíclotron e começa a comprar FDG para o HC e para as pesquisas em andamento, ou a gente arranja alguma forma de voltar à operação original, autossustentável”, disse Marco Bego, da Inrad.

Defesa

Procurado, o deputado Carlão Pignatari não quis comentar sobre o fato de ser acionista da IBF. Por meio de nota, limitou-se a dizer que “a lei em questão não proíbe o Instituto de Radiologia de vender 18F-FDG aos hospitais filantrópicos de SP, como o Einstein, Sírio-Libanês e HCor; sequer trata dos negócios do InRad (do HC)”. O deputado disse ainda que “tratar a questão dessa forma confunde os leitores do jornal com uma informação inverídica e tendenciosa. Nem mesmo a Furp produz o 18F-FDG”.

“A medida legislativa foi estabelecer que um órgão público como a Furp deve se dedicar, prioritariamente, ou mesmo, exclusivamente, à saúde pública, aos pacientes do SUS, principalmente àqueles que não têm recursos para pagar do próprio bolso ou convênios médicos.”

Fonte: jornal O Estado de S. Paulo.