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quinta-feira, 19 de abril de 2018

19/04/2018 - Deus é Fiel !!!

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Menor é pego com espingarda de pressão e moto furtada é recuperada em Laranjal.


No dia 18 de abril de 2018, as 09h30min do dia 18 abril 2018, foram recebidas varias ligações anônimas, dando conta que um adolescente estaria nas proximidades da transitando a pé com uma espingarda, em ato foi deslocado ao local sendo feita abordagem e constatado o fato, sendo que se tratava de uma espingarda de pressão sem marca e que não possuia NF. Diante do exposto o menor foi apreendido juntamente com a referida espingarda e entregue na 44ª Delegacia Policia Civil de Palmital. Também foi acionado conselho tutelar os quais acompanharam os procedimentos. Em ato continuo, a equipe deslocou-se ao local e encontrou uma motocicleta Honda CG Titan, a qual em consulta pelo sistema SESP, a mesma possuía alerta de furto. Diante dos fatos a equipe recolheu a motocicleta ao pátio do Destacamento de Policia Militar, onde fora chamado o proprietário e orientado quanto aos procedimentos a serem adotados. 


Fonte: Polícia Militar



Mulher de 50 anos é encontrada morta.


O Instituto Médico Legal e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou que uma mulher de 50 anos foi encontrada morta dentro de sua própria residência, à Rua Vicente Sanges, na região do Residencial Raposa I, na zona leste de Apucarana.

A Polícia Militar (PM) deu apoio ao Samu no atendimento da ocorrência. A Polícia Civil também esteve no local para procedimentos de praxe. 

De acordo com investigadores, a mulher, identificada como Juraci de Oliveira, teria morrido aparentemente de causa natural. 

Durante o atendimento da ocorrência policiais militares perceberam que havia uma garrucha na casa e por conta disso o companheiro da mulher foi encaminhado à 17ª Subdivisão Policial (SDP) junto com a arma de fogo apreendida para procedimentos de praxe.

Fonte: CGN.


Entra em vigor lei que aumenta pena para motorista embriagado.


Entra em vigorar nesta quinta-feira (19) a Lei 13.546/2017, que ampliou as penas mínimas e máximas para o condutor de veículo automotor que provocar, sob efeito de álcool e outras drogas, acidentes de trânsito que resultarem em homicídio culposo (quanto não há a intenção de matar) ou lesão corporal grave ou gravíssima. A nova legislação, sancionada pelo presidente Michel Temer em dezembro do ano passado, modificou artigos e outros dispositivos do Código Brasileiro de Trânsito (Lei 9.503/1997). 

Antes, a pena de prisão para o motorista que cometesse homicídio culposo no trânsito estando sob efeito de álcool ou outras drogas psicoativas variava de 2 a 5 anos. Com a mudança, a pena aumenta para entre 5 e 8 anos de prisão. Além disso, a lei também proíbe o motorista de obter permissão ou habilitação para dirigir veículo novamente. Já no caso de lesão corporal grave ou gravíssima, a pena de prisão, que variava de seis meses a 2 anos, agora foi ampliada para prisão de 2 a 5 anos, incluindo também a possibilidade de suspensão ou perda do direito de dirigir.

As alterações no Código Brasileiro de Trânsito (CBT) também incluem a tipificação como crime de trânsito a participação em corridas em vias públicas, os chamados rachas ou pegas. Para reforçar o cumprimento das penas, foi acrescentada à legislação um parágrafo que determina que "o juiz fixará a pena-base segundo as diretrizes previstas no Artigo 59 do Decreto-Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), dando especial atenção à culpabilidade do agente e às circunstâncias e consequências do crime".

Para a professora Ingrid Neto, doutora em psicologia do trânsito e coordenadora de um laboratório que pesquisa o tema no Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), uma legislação que endureça as penas para quem comete crimes de trânsito é importante para coibir a prática, mas não pode ser uma ação isolada. "Quando a gente fala em segurança do trânsito, estamos tratando desde as ações de engenharia e infraestrutura das vias, o trabalho de educação no trânsito [voltado à prevenção], e o que chamamos de esforço legal, que é justamente uma legislação dura, que as pessoas saibam que ela existe, mas combinada com um processo efetivo de fiscalização", argumenta.

Para Ingrid, por mais dura que seja um legislação, ela não terá efeitos se não vier articulada com outras iniciativas complementares. "Na lei seca [que tornou infração gravíssima dirigir sob efeito de álcool] nós vimo isso. No começo, houve uma intensa campanha de educação e fiscalização, o que reduziu de forma significativa o índice de motoristas que bebe e insistem em dirigir, mas a partir do momento que a fiscalização foi reduzida, as pessoas se sentiram novamente desencorajadas a obedecer a lei", acrescenta.   

Fonte: Agência Brasil.



Casa é destruída por incêndio em Medianeira.


Uma residência foi praticamente toda destruída em um incêndio registrado na noite desta quarta-feira (18), na Av. 24 de Outubro, nas proximidades da sede administrativa da Lar Cooperativa.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar o fogo, porém quando o caminhão auto bomba tanque chegou ao local, as chamas já tinha consumido praticamente todo o imóvel.

Como o local era de difícil acesso, pelo fato da casa estar localizada em meio a uma área com bastante vegetação, os bombeiros tiveram bastante trabalho para chegar até a residência com as mangueiras para combater o incêndio.

O fogo foi rapidamente controlado, e posteriormente foi realizado o rescaldo dos escombros.


Segundo informações de moradores próximos, uma pessoa morava no imóvel, mas até o momento ninguém foi encontrado. 

Redação: Guia Medianeira



Bombeiros atendem grave capotamento em estrada rural.


Na noite desta terça-feira, dia 17, um grave acidente foi registrado na estrada do Porto Santana, interior de Porto barreiro.

Um senhor, identificado como Baia Boarolli, trafegava pela estrada com uma caminhonete Toyota Hilux quando acabou perdendo o controle da direção e capotando.

Haviam mais pessoas no veículo, mas ainda nãos e tem a confirmação de quantas e o estado delas. O que já se apurou é que o motorista teve ferimentos considerados graves.

O acidente foi atendido pela equipe do Corpo de Bombeiros de Laranjeiras do Sul.

As informações são do Portal Cantu.



Homens que se envolveram em grave colisão morrem no hospital.


V. A. C., 38, anos e A. S. D., 32 anos, morreram na tarde desta quarta-feira (18), após se envolverem em um grave acidente de trânsito. 

A colisão entre uma moto e um ônibus aconteceu ao meio-dia desta quarta-feira em uma estrada rural em Santa Izabel do Oeste, no Sudoeste do Estado.

Um vídeo de uma câmera de monitoramento registrou a colisão. 

Após serem resgatados, os homens foram levados ao Hospital em Santa Izabel e transferidos à Casa Hospitalar em Francisco Beltrão, onde não resistiram aos ferimentos. 

As vítimas eram moradores de Santa Izabel do Oeste e se deslocavam para trabalhar numa construção no interior. As famílias optaram em realizar a doação dos órgãos.

Os corpos serão encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Francisco Beltrão.

A Polícia Militar de Santa Izabel do Oeste registrou a ocorrência.

Fonte: CGN




Mulher morre em violenta colisão contra carro.



Um motorista de 53 anos invadiu a preferencial e bateu em um motociclista, no Jardim Novo Independência em Sarandi, no início da noite desta quarta-feira (18). O acidente deixou uma pessoa morta e outra gravemente ferida.

De acordo com a Polícia Militar, um casal seguia pela Avenida João Marangoni em uma motocicleta, quando ocorreu a colisão. O motorista estava na Avenida Dom Pedro I, não respeitou a preferencial, causando o acidente.

Willians Rizatto da Silva, 34 anos, piloto da motocicleta, sofreu ferimentos gravíssimos, foi socorrido e encaminhado ao Hospital Metropolitano de Sarandi. Já a passageira da moto, Nágila Talita Martins, 25 anos, não resistiu aos graves ferimentos e morreu no interior da ambulância do Siate.

Testesmunhas que presenciaram o acidente relataram aos policiais que o veículo GM Monza era conduzido por uma mulher e não pelo homem, que se apresentou como motorista.

A mulher que estaria na direção do veículo não possui Carteira Nacional de Habilitação. A Polícia Civil esteve colhendo informações e tenta descobrir quem estava dirigindo o veículo na hora do acidente.

As informações são do portal Plantão Maringá.



Adolescente de 16 anos morre atropelado na BR-277


Um adolescente de 16 anos morreu após ser atropelado por um veículo na BR 277, em São Miguel do Iguaçu, nas proximidades da praça de pedágio.

Conforme relato do motorista do veículo que teria atropelado o jovem, o mesmo realizava uma ultrapassagem à um caminhão quando ocorreu o acidente, numa subida antes de chegar na praça de pedágio.

Segundo ele, quando teria adentrado a outra pista para iniciar a ultrapassagem ao caminhão, acabou atingindo o ciclista que trafegava logo a frente.

Aos policiais rodoviários ele relatou não ter conseguido ver o que de fato aconteceu, que apenas percebeu ter atingido algo durante a ultrapassagem. Ao chegar na praça de pedágio ele teria parado e acionado a PRF e informado o fato.

Os policiais então se deslocaram até o local, onde acabaram encontrando o corpo do jovem, já sem vida. A vítima, que foi identificada como sendo Mateus Vargas da Silva, com o impacto da colisão foi arremessada para a pista contraria da rodovia.

A Criminalística e IML foram acionados para a perícia e remoção do corpo.

As informações são do Portal Costa Oeste.



Caminhões se envolvem em acidente em Apucarana.


Um acidente de trânsito ocorrido na manhã desta quinta-feira (19), em viaduto no Parque Industrial Norte de Apucarana, por pouco não teve consequências mais graves.

De acordo com a Polícia Rodoviária federal (PRF), a ocorrência de trânsito envolveu uma dois caminhões - Scânia com placas de Jaraguá do Sul (SC) e outro Mercedes Benz com placas de Mauá da Serra (PR).

Sol teria atrapalhado visibilidade

Conforme apuração da PRF, o motorista do veículo de carga de Jaraguá do Sul teve a visibilidade prejudicada por causa do sol e por conta disso aconteceu a colisão contra a traseira do caminhão de Mauá da Serra.

O caminhoneiro de Santa Catarina teve apenas arranhões e o motorista da outra carreta nada sofreu. os danos materiais foram de média monta.


Horário de pico

Socorristas e motoristas que passavam pelo local ajudaram na sinalização da rodovia para evitar outros acidentes, pois o fluxo de veículos era intenso por conta do horário da ocorrência, que era de pico.  

O texto é do site TN ONLINE.




Motociclista ferido em acidente morre em hospital de Londrina.


A Autarquia de Serviços Funerários de Apucarana (Aserfa) confirmou no início da manhã desta quinta-feira (19) o falecimento do motociclista Paulo Sérgio Alves Farias, de 39 anos. 


Ele ficou ferido em acidente de trânsito ocorrido na última seta-feira (13) na Avenida Governador da Silveira, perto da Refrigeração Vicentini, na zona oeste de Apucarana. A colisão envolveu a motocicleta pilotada por Paulo Sérgio e um caminhão.

Ele foi levado inicialmente ao Hospital da Providência, mas o apucaranense teve complicações no quadro de saúde, com formação de coágulo no cérebro, e foi transferido para unidade hospitalar de Londrina, onde faleceu na quarta-feira (18).

O corpo do motociclista, que residia no Núcleo João Paulo, é velado na capela mortuária central de Apucarana e o sepultamento está marcado para as 17 horas desta quinta-feira (19), no Cemitério da Saudade.

As informações são do TN Online



Após vídeo em TV árabe, deputado pede cassação de Gleisi.


O deputado federal e oficial da Polícia Militar aposentado Major Olimpio (PSL)  acusou ontem a senadora e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, de crimes contra a segurança nacional e contra o estado, após ela conceder entrevista à emissora de televisão árabe Al Jazeera, denunciando a prisão do ex-presidente Lula.  

Ele protocolou uma representação na  Procuradoria Geral da República, pediu a a cassação do registro  do PT e  protocolou representação contra a petista no Conselho de Ética do Senado, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: Bem Paraná.




Um milhão de indígenas brasileiros buscam alternativas para sobreviver.



Há, no Brasil, cerca de 1 milhão de indígenas de mais de 250 etnias distintas vivendo em 13,8% do território nacional. Em meio às ameaças de violência, riscos de perda de direitos em decorrência da pressão dos latifundiários, mineradoras e usinas, alguns povos indígenas lutam por mais autonomia, tentando conquistar, com a comercialização de seus produtos e com o turismo, alternativas para diminuir a dependência dos recursos cada vez mais escassos da Fundação Nacional do Índio (Funai).

Segundo especialistas consultados pela Agência Brasil, estes são alguns dos principais desafios a serem lembrados neste 19 de abril – o Dia do Índio.

Para serem bem-sucedidos, nessa empreitada visando a venda de suas produções e a exploração dos recursos naturais das terras indígenas (TIs), os povos indígenas têm como desafio buscar maior representatividade no Congresso Nacional, uma vez que cabe ao Legislativo Federal criar políticas específicas que deem segurança jurídica para que eles consigam o desenvolvimento financeiro do qual sempre foram excluídos.

Sustentabilidade

Alguns povos indígenas que tiveram suas terras homologadas têm conseguido bons resultados por meio da comercialização de seus produtos. Levantamento apresentado à Agência Brasil pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta que, somente na safra 2017/2018, índios da etnia Kaiapó do Pará obtiveram cerca de R$ 1 milhão com a venda de 200 toneladas de castanha. Outros R$ 39 mil foram obtidos com a venda de sementes de cumaru, planta utilizada para a fabricação de medicamentos, aromas, bem como para indústria madeireira.

A castanha rendeu aos Xipaya e Kuruaya, no Pará, R$ 450 mil, dinheiro obtido com a venda de 90 toneladas do produto. Cerca de 6 mil peças de artesanato oriundo das Terras Indígenas do Alto e do Médio Rio Negro renderam R$ 250 mil aos índios da região. Já os indígenas da TI Yanomami (Roraima e Amazonas) tiveram uma receita de R$ 77 mil com a venda de 253 quilos de cogumelos.

Os exemplos de produções financeiramente bem-sucedidas abrangem também os Baniwa (AM), que venderam 2.183 potes de pimenta, que renderam R$ 46,3 mil. As 16 etnias que vivem no Parque do Xingu obtiveram R$ 28,5 mil com a venda de 459 quilos de mel.

Autonomia

O presidente da Funai, general Franklimberg Ribeiro Freitas, disse que cabe aos indígenas a escolha do modelo de desenvolvimento a ser adotado. “A Funai deve apoiá-los para atingir seus objetivos”, afirmou à Agência Brasil. “Em diversas regiões, os índios estão produzindo visando à comercialização de seus produtos ou mesmo serviços, como o turismo ecológico. Essas experiências mostram que a extração sustentável, a comercialização de produtos e o turismo podem ajudar a ampliar o desenvolvimento das Terras Indígenas”, disse o presidente do órgão indigenista. 

Franklimberg destacou que entre as etnias que produzem e avançam na comercialização de produtos e serviços estão os Kaiapós do Pará.  “Eles produzem toneladas de castanha e agora reivindicam máquinas para beneficiar o produto”, ressaltou. “Há também o cultivo e a venda de camarão, pelos Potiguara da Paraíba, que está bastante avançada. Tem até a lavoura de soja dos Pareci, no Mato Grosso”.

O presidente da Funai acrescentou ainda que: “No caso do minério e dos recursos hídricos, é preciso ainda normatizar e regulamentar essas atividades, o que cabe ao Congresso Nacional fazer”.

Congresso Nacional

Para o antropólogo e professor da Universidade de Brasília Stephen Baines, os indígenas são preteridos na relação com os empresários e donos de terras. “Há uma desproporção absurda no Legislativo brasileiro a favor daqueles que querem o retrocesso dos direitos dos povos indígenas, previstos na Constituição de 1988 e na legislação internacional”, disse à Agência Brasil.

“Temos atualmente um Congresso Nacional extremamente conservador que representa – por meio de parlamentares ligados à bancada ruralista, ao agronegócio, às empresas de mineração e aos consórcios de mineração e de usinas hidrelétricas – a maior ameaça e o maior ataque aos direitos dos povos indígenas", afirmou o antropólogo.

Segundo Baines, é difícil para os índios planejar grandes voos do ponto de vista de recursos, sem que, antes, seja resolvida a questão da gestão territorial, o que inclui a segurança jurídica que só é possível a eles após terem suas terras demarcadas e homologadas.

“É fundamental que se tenha respeito pelos índios e pela sua forma de viver e produzir. Para tanto, é necessária a efetivação dos direitos previstos tanto na Constituição como pelas convenções internacionais”, disse Baines citando convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os direitos dos povos indígenas.

Violência

 Stephen Baines afirmou que a violência contra os índios ainda é intensa em várias comunidades, como nos estados do Pará, Mato Grosso e Roraima. “Há muitas ameaças contra os índios, feitas por latifundiários, empresas e pelos capangas, que matam lideranças locais que lutam pelos seus direitos. Quer saber onde os índios correm mais riscos? Basta olhar para as terras indígenas que estão próximas a latifúndios”, disse.

Baines citou como exemplo o ocorrido na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR), onde fazendeiros que vieram de outras regiões se instalaram. “Eles invadiram as áreas indígenas para desenvolver produção industrial de arroz. Para expulsar os índios da região, usavam capangas. Até indígenas foram pagos por eles para intimidar as lideranças”, afirmou.  “Atualmente, muitos daqueles invasores são atualmente influentes políticos locais e federais e, com a ajuda da mídia, passam a falsa ideia de que há muita miséria entre os indígenas. Os indígenas negam isso, mas não conseguem espaço na mídia para desmentir a história falsa.”

À Agência Brasil, o integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária e líder do PSDB na Câmara, deputado Nilson Leitão (MT), disse que "nenhum projeto" aprovado pelo Congresso Nacional traz prejuízos aos interesses dos indígenas. "Pode ir contra o interesse de intermediários, interventores ou organizações sociais, que dizem trabalhar para o índio. Nenhum deputado que eu conheço, que defenda o setor produtivo, trabalha contra o índio", disse.

Nilson Leitão afirmou que o "verdadeiro parceiro do índio são os produtores". "[Indígenas e produtores] são vizinhos, moram na mesma localidade, têm as mesmas peculiaridades e colaboram um com o outro. Não existe conflito entre eles a não ser aqueles provocados por organizações sociais", disse.

Marco temporal

O antropólogo alertou sobre "marco temporal", medida que divide opiniões, busca produzir a área das terras indígenas, colocando como referência para as demarcações as terras que estavam ocupadas na época em que a Constituição foi promulgada [1988], ou seja, quando os "indígenas foram removidos e expulsos de suas terras em todo o Brasil”.

Neste cenário, as manifestações indígenas ganharam mais força, como o caso do Acampamento Terra Livre, organizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). Formado em 2004, é a maior mobilização de povos indígenas do país. Em 2017, mais de 3 mil indígenas de 200 povos participaram da manifestação em Brasília.

No próximo dia 23, haverá a 15ª edição da mobilização, em Brasília, em defesa da manutenção e efetivação dos diretos dos povos indígenas.

Fonte: CGN.