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sábado, 27 de maio de 2017

27/05/2017

Leitor que está com celular Click Aqui para ler as notícias atualizadas do Blog do Beto.


Já está quase tudo pronto para o Grande Jantar Dançante da Provopar !!!


Hoje a partir das 19 hrs haverá um Jantar Dançante com um Bingo Beneficente no Salão da Igreja Ucraniana de Santa Maria do Oeste. Cada Cartela custa R$ 100,00 e da direito ao Jantar para 2 (duas) pessoas, após o jantar será feito o sorteio dos Prêmios 1º lugar: R$ 7.000,00 Reais  -   2º R$ 2.000,00 Reais  -  3º R$ 1.000,00 Reais.

Não Perca você também mais este Grandioso Evento !!!



Terá venda de cartelas para o jantar no local !!









DIA DO DESAFIO 31 de Maio - MEXA-SE!

DIA DO DESAFIO 31 de Maio - MEXA-SE!

PITANGA   X   ÁGUA BLANCA
(Brasil)             (Venezuela)
Numa disputa amigável entre duas cidades do mesmo porte, qual delas consegue mobilizar mais pessoas a praticar atividades físicas em um mesmo dia?
  • DIA DO DESAFIO - É uma campanha mundial de incentivo à prática regular de atividades físicas em benefício da saúde e do bem-estar, realizada por meio de ações das comunidades. Os vencedores são os cidadãos que, além do corpo, exercitam a integração, a criatividade, a liderança e o espírito comunitário.
É um evento anual, que acontece mundialmente na última quarta-feira do mês de maio.
Objetivos
O objetivo é sensibilizar as pessoas para a importância da vida ativa e tem como motivação uma competição entre cidades.
Público-alvo
Comunidade em geral (crianças, jovens, adultos e idosos).
Das 0h às 21h do dia 31/05, pratique atividades físicas e registre sua participação. Vale qualquer modalidade: caminhada, corrida, ginástica, musculação, esportes. A participação pode ser registrada pelo site www.sescpr.com.br/ddd.
O Dia do Desafio pode acontecer também na sua empresa. Organize grupos de atividades com os multiplicadores de RH e saiam da rotina praticando uma atividade leve e prazerosa também no ambiente de trabalho.
Dúvidas?
O Sesc e Prefeitua Municipal, podem te ajudar.
Entre em contato com a Prefeitura informe-se sobre o Dia do Desafio.
(42) 3646.11.22 / 3646.37.15 / 3646.30.95 / 3646.49.58 / 3646.22.46
                          www.sescpr.com.br/ddd.

Realização SESC (PR) - PREFEITURA MUNICIPAL DE PITANGA
Secretaria de Esportes e Lazer / Secretaria de Educação e Cultura /
Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo / Assessoria de Comunicação 


Jogador de futebol é detido transportando 61 kg de maconha.


A equipe Rotam da Polícia Rodoviária Estadual de Cascavel realizou a apreensão de 61 kg de maconha por volta das 6h30 desta quinta-feira (25) na rodovia PR-323. A apreensão aconteceu nas proximidades de Cafezal do Sul, quando um veículo Siena, com placa de Salvador, foi abordado.

Após averiguação foi constatado que havia um fundo falso embaixo do porta-malas do veículo. No compartimento estavam 86 tabletes de maconha, que totalizaram 61 kg.

O condutor é Gabriel de Souza, 21 anos, residente em Foz do Iguaçu. Ele informou que era jogador de futebol e chegou a atuar profissionalmente em equipes do Rio Grande do Sul e de São Paulo.

Souza disse que pegou o carro no pátio de um posto de combustíveis em Céu Azul e levaria a mercadoria para Minas Gerais. O ex-jogador informou que receberia R$ 3 mil para transportar a droga. Souza disse que sabia que havia algo de ilícito no veículo, mas que desconhecia se tratar de droga.

As informações são do portal O Bem Dito.


Rumores espalhados pelo WhatsApp causam a morte de 7 pessoas.


Se você precisava de mais alguma prova do perigo que as notícias e informações falsas compartilhadas pelas redes sociais representam, agora não precisa mais. Ontem, sete pessoas foram linchadas em dois incidentes diferentes no estado de Jharkhand, na Índia, por causa de um boato que circulou por WhatsApp na região dizendo que estranhos estavam sequestrando crianças.
As mensagens, segundo o Hindustan Times, diziam que "gangue de sequestradores de crianças" estava circulando pela área. "Os suspeitos sequestradores de crianças levam sedativos, injeções, spray, algodão e toalhas pequenas", dizia o texto. Mas de acordo com o delegado superintendente da região, Aminesh Naithany, "nem um único caso de sequestro de crianças foi reportado na área".
Mesmo assim, os moradores de regiões como Seraikela-Kharsawan e Singhbhum se armaram e ameaçaram pessoas estranhas que passavam pela região em resposta à mensagem falsa que circulava no WhatsApp. Ontem, turbas de até 500 homens atacaram e mataram sete pessoas, em duas ocasiões diferentes.
Relato de um sobrevivente
Uttam Verma, de 31 anos, conseguiu escapar de um dos ataques - que, no entanto, vitimou seus irmãos. Eles estavam de moto na aldeia de Nagadih quando se depararam com a estrada bloqueada por um cano e cercada por habitantes armados com arcos, machados e espadas. Um grupo deles acusou-os de serem sequestradores de crianças. Eles exigiram ver suas identidades, mas o irmão de Uttam estava sem documentos.
"As pessoas começaram a sair de suas casas, e a turba não parava de aumentar", contou ele ao New York Times. Uttam ligou para sua casa para pedir ajuda, e seu outro irmão, Gangesh, veio para a região. Mesmo assim, a confusão continuou a aumentar, em parte porque a língua falada pelos habitantes da aladeia era diferente da que os Verma falavam.
Eventualmente, policiais chegaram na cena, mas não ajudaram os irmãos. Uttam Verma conseguiu escapar porque os policiais o prenderam e levaram para a delegacia; seus irmãos, contudo, foram assassinados pela turba. Segundo o superintendente da polícia local, Prashant Anand, apenas quatro policiais patrulham a área, e a turba contava com mais de 500 pessoas.
Mentiras letais
De acordo com o Times, Naithany, o delegado superintendente da região, considerou que "as turbas intencionalmente mataram" as pessoas. "Eles sabiam que estavam fazendo justiça com as próprias mãos, e em vez de denunciar aquelas pessoas à polícia, eles os mataram", disse.
Naithany reconhece que a falta de educação formal foi um dos fatores que permitiu que isso acontecesse. "Como as pessoas não são educadas, elas não conseguem diferenciar entre uma notícia verdadeira e um boato", comentou. Segundo ele, 20 pessoas que participaram dos linchamentos foram presas sob acusações de assassinato, e os policiais responsáveis pelas delegacias mais próximas das regiões dos ataques foram suspensos por negligência.
Com informações Olhar Digital.

Homem é preso após se masturbar dentro de ônibus.


Um homem foi preso dentro de um biarticulado na tarde desta quinta-feira (25) na Avenida Sete de Setembro próxima a Rua Bento Viana, em Curitiba. 
Ele estava se masturbando dentro do ônibus em frente a outros passageiros.
O homem e uma segunda pessoa foram encaminhados para o 2º Distrito Policial no Bairro Água Verde.
O ônibus atende a linha Santa Cândida/Capão Raso.
As informações são do site Bem Paraná.

PM prende sete suspeitos de assaltar diversas propriedades rurais.


Uma operação realizada nesta sexta-feira (26) por policiais do 10º BPM de Apucarana (norte do Paraná), com apoio de equipes de Arapongas, Maringá e de Campo Mourão, resultou na detenção de sete pessoas (entre as quais um menor) suspeitas de vários roubos ocorridos recentemente em propriedades rurais na região. 
Durante o cumprimento de mandados judiciais de prisão e busca foram apreendidos objetos de procedência duvidosa, rádios comunicadores, dinheiro, munição e armas.
A PM de Apucarana  planejou e coordenou a operação, mas os mandados foram expedidos pela justiça da Comarca de Campo de Mourão (centro-oeste do Paraná). 
Todas os suspeitos foram detidos em Apucarana e levados à 17ª Subdivisão Policial (SDP) para os procedimentos legais sob responsabilidade do delegado José Aparecido Jacovós.
Com informações TN Online.
Proposta para criminalizar o funk tem 20 mil assinaturas no Senado.


Uma polêmica ideia legislativa com o objetivo de criminalizar o funk atingiu nesta quarta-feira (24) mais de 20 mil assinaturas no site do Senado e foi encaminhada para a relatoria do senador Cidinho Santos (PR) na CDH (Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa).
No texto descritivo da ideia, seu autor, o empresário paulista Marcelo Alonso, escreve: “São somente [o funk] um recrutamento organizado nas redes sociais por e para atender criminosos, estupradores e pedófilos a prática de crime contra a criança e o adolescente, venda e consumo de álcool e drogas, agenciamento, orgia, exploração sexual, estupro e sexo grupal” (sic).
A ideia de lei não significa que o funk já foi proibido. Aliás, está bem longe disso acontecer. O que ocorreu foi o seguinte: qualquer pessoa pode ir até o site do Senado e sugerir uma ideia de lei e, se em quatro meses ela receber 20 mil assinaturas, é encaminhada para a relatoria que pode dar andamento à lei ou não.
Procurado pela reportagem do UOL, o senador Cidinho Campos disse que rejeitou a relatoria por estar envolvido em outros debates “prioritários para o país como as reformas trabalhistas e da previdência”. Ou seja, a ideia está parada e por seu potencial polêmico, dificilmente algum senador aceitará analisá-la.
Mesmo assim, o simples fato da ideia conseguir galgar tantos apoiadores em tão pouco tempo levanta o debate: será que o funk deve ser mesmo criminalizado?
O jornalista Renato Barreiros, diretor do documentário “O Fluxo” (2014), sobre os bailes funk de rua de São Paulo, e estudioso da cultura da periferia, ironizou a ideia. “Para início de conversa: os principais bandidos do Brasil nunca frequentaram um baile funk. Basta ver as delações premiadas”.
“Vivemos em uma época de radicalização em que a população acha que as soluções são fáceis, como simplesmente proibir algo. Não é assim”, continuou. “O funk fala de crime porque ele está inserido naquela realidade. Ele é espelho de um problema social muito maior”. Para Barreiros, nos últimos anos, quando o Brasil estava passando por um período bom na economia, o foco do funk mudou da violência para a ostentação.
“Os funks proibidões sumiram naquela época e começamos a ouvir letras sobre ter carro, casa, sobre melhorar o padrão de vida”, afirmou. “O funk nunca foi o problema. O problema é a realidade que ele mostra, de uma parcela da população sem perspectiva, com uma taxa de desemprego alta entre jovens. Não adianta matar o mensageiro. E se proibirem o funk, vai surgir o reggaeton, a cumbia, enfim, as manifestações culturais vão continuar”.
O funkeiro carioca Mr. Catra, autor de funks proibidões e que lançou nesta sexta-feira (26) o clipe de sua nova (e polêmica) música “Pepeka Chora”, também criticou a proposta. “Eu fico sem reação com alguém simplesmente cogitar a ideia de criminalizar o funk”, reclamou. “O rap americano tem letras muito piores. Em vez de brigar com o funk, por que não briga contra o rap?”, sugeriu.
O cantor acha que criminalizar o funk é preconceito. “Milhões de pessoas no Brasil vivem do funk. Ele gera empregos e é um movimento cultural legítimo da favela. O problema não é o funk e sim a educação que os pais não dão para seus filhos. O funk é a cultura do trabalhador. Deixo a sugestão: vamos fazer a mesma coisa lá no senado. Tenho certeza que teremos milhares de assinaturas apoiando o funk”, finalizou.
Apologia ao crime
Ao UOL, o autor da ideia de lei, Marcelo Alonso, 46, afirmou que está democraticamente tentando salvar a juventude. “O funk faz apologia ao crime, fala em matar a polícia. Sou pai de família e se eu não me preocupar com o futuro, amanhã só teremos marginais”, disse ele.
Alonso revelou que teve a ideia de criminalizar o funk após o Facebook suspender duas vezes a página que ele mantém na rede social contra o funk. “O Mark [Zuckerberg, criador do Facebook] mandou fechar a minha página por causa das coisas que postamos lá. Mas se o funk for crime, eles vão ter que obedecer, porque é lei. Estou apenas defendendo o ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente]”, disse.
Para o empresário, o funk apela para a vulgaridade. “O axé e o forró também estão indo nesse ritmo. A cultura paulista sempre foi do rock e do hip hop. O paulista não tem esse apelo musical do funk. A música eleva seu estado de espírito e o funk te irrita e provoca”, finalizou.
Com informações UOL.
Tecpar gera energia limpa para compensar emissões de gases de efeito estufa.

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Para responder ao impacto ambiental gerado pelas atividades do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), a empresa realizou um levantamento e descobriu que quase 90% das emissões de gases do efeito estufa são referentes ao consumo de energia elétrica. Por outro lado, a instituição toma medidas para mitigar essas interferências no meio ambiente, como produzir 0,5% da energia elétrica consumida – o plano agora é ampliar a produção de energia limpa.

O Tecpar realizou seu Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE), documento que contabiliza as emissões de todos os gases do efeito estufa emitidos pelo instituto ao longo de 2016. “Com o relatório, baseado no Protocolo de Kyoto, a empresa passa a contabilizar e informar de forma transparente as suas emissões para poder, assim, desenvolver ações focadas em minimizar o impacto ambiental gerado pela organização”, explica o diretor de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do instituto, Reginaldo Joaquim de Souza.

O documento mostra que, além do consumo de energia elétrica, outras emissões são de combustão estacionária (como a queima de combustíveis usados em equipamentos como caldeiras, por exemplo) e móvel (como as emissões de veículos). O inventário agora vai ser protocolado na Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, como parte do Registro Estadual Público de Emissões, da Política de Mudanças Climáticas.

A plataforma de energias inteligentes do programa Smart Energy Paraná, cuja secretaria executiva é realizada pelo Tecpar, reúne painéis de energia solar, um gerador de energia eólica e uma estação solarimétrica. Ao longo do ano de 2016, essa plataforma, já integrada à rede do instituto e também ao Sistema de Organização Nacional de Dados Ambientais (Sonda), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), produziu cerca de 0,5% de toda energia consumida pela empresa. "É um primeiro passo. Agora planejamos ampliar nosso parque de energias renováveis para, com o passar do tempo, aumentar a participação de energia limpa no consumo da empresa”, salienta Souza.

No Smart Energy Paraná, o Tecpar homologa as diferentes tecnologias disponíveis no mercado para apresentar à sociedade as tecnologias já testadas pelo instituto, com geração de dados e capacitação de mão de obra local para atrair investimentos nesta área para o Paraná.

Compensação ambiental

Uma das obras mitigatórias de impacto ambiental foi a revitalização do lago do campus CIC, que deu origem ao Espaço Futuro. A revitalização foi necessária porque o lago antigo recebia uma ligação externa de esgoto e, por essa razão, foi assoreado e se tornou um ambiente impróprio para a fauna local. Com a melhoria, a água do lago voltou a se tornar própria para ser a casa de animais silvestres.

Em relação à comunidade vizinha, na Cidade Industrial de Curitiba, o novo lago do Espaço Futuro cumpre ainda o papel de reservatórios d'água, ajudando na contenção de água das chuvas e funcionando como tanques-pulmão. A revitalização duplicou a capacidade de armazenamento e colaborou, dessa forma, com a minimização de inundações nas imediações.

O Plano Diretor do campus CIC prevê ainda a implantação de um Corredor Ecológico, que vai se tornar outra área de preservação ambiental no campus. O corredor vai funcionar como um parque linear, com 20 metros de largura, e vai contornar o instituto, por dentro, integrado a uma pista de caminhada.

A tecnologia é outra grande aliada para minimizar o impacto ambiental do instituto. Para evitar impressões desnecessárias e consequentemente o uso de papel, o Tecpar forneceu seu Inventário de Gases de Efeito Estufa a partir de Código QR, um código de barras bidimensional que é escaneado por smartphones e que é convertido no documento. “Dessa forma, a informação fica mais transparente e acessível”, pontua o diretor de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Tecpar.

Saiba mais sobre o Tecpar pelo site portal.tecpar.br.

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Fonte: Tecpar.


Acidente entre ônibus escolar e carro deixa duas crianças mortas e feridas.

Acidente foi entre Miranorte e Miracema do Tocantins (Foto: Divulgação)

Um acidente envolvendo um ônibus escolar e um carro de passeio deixou duas crianças mortas e ao menos três feridos na TO-342, entre Miranorte e Miracema do Tocantins, na região central do estado. As crianças estavam no banco de trás do carro, que foi atingido na traseira pelo ônibus. O acidente aconteceu por volta das 13h desta sexta-feira (26).

Equipes dos Bombeiros e do Samu foram deslocadas de Palmas para o local para o atendimento dos feridos. Carlos botelho dourado, de 34 anos, que estava dirigindo o carro de passeio, e Doceli Coelho de Sousa, de 50 anos, passageira do veículo, foram levados para o Hospital Geral de palmas (HGP) em estado grave.

Uma adolescente de 13 anos também estava no carro e foi levada para hospital de Miracema. Ela passou por procedimento e o estado de saúde dela é estável. 

O dono da empresa que faz o transporte dos alunos, Carlos Filho Medeiros Belford, informou que nenhuma das crianças que estavam no ônibus ficou ferida no acidente. Segundo ele, o motorista da van estava dentro da velocidade permitida e não conseguiu frear quando o outro carro parou na pista. Ele disse ainda que toda a documentação do veículo estava em dia.

Fonte: G1.


Cerveró reafirma que se reuniu com Temer para pedir que fosse mantido na diretoria da Petrobras.

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O ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, reafirmou em depoimento ao Juiz Sérgio Moro que se reuniu com o presidente Michel Temer, então deputado e presidente do PMDB em 2007, para pedir que fosse mantido no cargo na estatal.
No entanto, à época, Temer teria dito ao ex-executivo que “não poderia fazer nada” a respeito. De acordo com Cerveró, o presidente não quis interferir em uma suposta pressão da bancada do PMDB mineiro que buscava ocupar o cargo.
Em depoimento, Nestor Cerveró afirmou não ter qualquer informação sobre os dois imóveis que são objeto da ação penal. O doleiro Alberto Youssef também foi ouvido como testemunha de acusação e reafirmou que recebia a propina da Odebrecht, relativa a diretoria de abastecimento da Petrobras, no próprio escritório em São Paulo. De acordo com ele, os valores eram entregues sempre em espécie e as negociações eram feitas com o ex-diretor da empreiteira, Márcio Faria.
Veja na íntegra o depoimento de Cerveró

Outras testemunhas

Ainda prestaram depoimento nesta-sexta (26), o lobista Fernando Baiano e o empresário Milton Pascowitch. No dia 05 de junho, o juiz Sérgio Moro ouve o ex-deputado federal Pedro Correa, que é a última testemunha de acusação desta ação penal. Na mesma data começam as audiências de testemunhas de defesa.
Já são mais de 120 pessoas que devem depor em favor dos oito acusados. Só os advogados de Lula indicaram 87 testemunhas de defesa nesta ação penal. Esta etapa do processo prossegue até o dia 12 de julho e na sequencia devem começar os interrogatórios dos réus.
Também são réus nesse processo o ex-presidente do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, o ex-ministro Antônio Palocci, o ex-assessor do ministro Branislav Kontic e mais quatro pessoas.  Eles são acusados de lavagem de dinheiro.
O ex-senador Delcídio do Amaral prestou depoimento na última segunda-feira (22).  O delator reafirmou as informações que constam no termo de delação premiada e disse que teve pouco contato com a estruturação do Instituto Lula. De acordo com ele, o contato era com o pecuarista José Carlos Bumlai e só falavam o necessário.

A denúncia contra Lula

Nesta ação penal é investigada a compra de um terreno, pela Odebrecht, que seria destinado à construção de uma nova sede para o Instituto Lula. Os procuradores também incluem na denúncia a compra de um apartamento vizinho ao local onde o petista mora, em São Bernardo do Campo (SP).
Depois de ouvidas as pessoas indicadas pelos procuradores, a Justiça Federal passa a colher os depoimentos das testemunhas de defesa. Foi neste processo em que o ex-presidente Lula indicou 87 pessoas para depor. A ação tem, ao todo, nove réus.

Fonte: Paraná Portal.