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quarta-feira, 29 de setembro de 2021

29/09/2021 *--* Deus é Fiel!!!

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Cristina Silvestri anuncia Guarapuava como região administrativa do Depen

Com a alteração, Guarapuava para de responder a Francisco Beltrão. Mudança facilitará autonomia da segurança.

 

A partir de agora, a unidade de Guarapuava do Departamento Penitenciário do Estado do Paraná (Depen-PR) passa a ser considerada região administrativa própria. A mudança consolida a desvinculação do órgão da regional de Francisco Beltrão.

 

O anúncio desta alteração foi realizado pela deputada estadual Cristina Silvestri (Cidadania) através das redes sociais na noite de ontem (29). A nova regional já está oficializada através da Portaria 95/2021, assinada pelo diretor-geral do Depen do Paraná, Francisco Caricati.

 

De acordo com a parlamentar, a mudança vai proporcionar mais independência à unidade de Guarapuava, facilitando, por exemplo, o remanejamento de detentos e a criação de novos programas sociais. O pleito era uma demanda antiga e foi tema de reunião recente entre a deputada e o diretor-geral.

 

“O diretor foi muito sensível frente a nossa demanda e entendeu a necessidade desta alteração, dando mais autonomia para as pautas de segurança da região de Guarapuava. É uma conquista que proporcionará resultados positivos a longo prazo”. Atualmente, em Guarapuava, o Depen é responsável pela administração da Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG), Penitenciária Estadual de Guarapuava (PEG-UP) e Cadeia Pública.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Gabinete Deputada Estadual Cristina Silvestri na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná.

Prefeitura de Santa Maria do Oeste realiza construção de ponte no Pouso Alegre.

Na data de ontem dia 29/09/2021 a prefeitura municipal de Santa Maria do Oeste realizou o termino da construção de uma ponte nova na comunidade do Pouso Alegre, área rural de Santa Maria do Oeste. Está de parabéns o prefeito Oscar Delgado e toda a sua equipe por mais esta obra realizada em nossa cidade beneficiando os moradores daquela localidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa da  Prefeitura de Santa Maria do Oeste com Redação do Blog do Beto de notícias.



Indivíduo furta celular de uma mulher em local de trabalho em Guarapuava.

Por volta das 21h55min do dia 28 de setembro de 2021 a equipe foi acionada para prestar atendimento a uma situação de furto. No local, em contato com a vítima informou que teve seu aparelho de celular furtado por volta das 18 horas, no seu local de trabalho, na Rua Barão do Rio Branco. Informou ainda que o autor seria um homem de estatura baixa, aparentando ser adolescente. Foi realizado patrulhamento, porém sem êxito. Orientada quanto aos procedimentos cabíveis.

Fonte: Polícia Militar.

Veículo furtado é recuperado pela Polícia Militar de Manoel Ribas.

No dia 28 de setembro de 2021, por volta das 10h15min, na Rua Leopoldo Bischof Filho, informações davam conta que no endereço citado havia um veículo abandonado a quase dois dias. No local foi constatado ser um veículo Fiat/Pálio de cor azul que em consulta via sistema constou alerta de furto/roubo. Diante dos fatos o veículo foi guinchado e encaminhado até a delegacia para procedimentos.

Fonte: Polícia Militar.

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PCPR mira organização criminosa responsável por furtos em ao menos 13 prédios comerciais.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas, desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (28), para cumprir 23 ordens judiciais, sendo 10 mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão. Os alvos são integrantes de associação criminosa responsável por pelo menos 13 furtos em prédios comerciais, no Paraná e em Santa Catarina.


Mais de 70 policiais civis participam da operação. Os mandados estão sendo cumpridos simultaneamente na capital paranaense e na Região Metropolitana de Curitiba.


A organização criminosa realizou furtos a empresas localizadas em Curitiba, em Londrina, no Norte do Paraná, e em Florianópolis (SC).


Os criminosos utilizavam itens de escalada e rapel para ingressarem nos prédios. Para tentar dificultar o serviço investigativo, eles pintavam as câmeras de segurança com tinta em spray.


Nos edifícios invadidos, os indivíduos entraram em várias salas de escritório, levando objetos eletrônicos, dinheiro e cartões.


A PCPR apurou que o grupo criminoso utilizava os objetos furtados para alimentar outros crimes como tráfico de drogas e agiotagem.

Fonte: CGN.

Motorista morre após caminhão tombar na rodovia BR-280.

Um homem morreu após um caminhão com placas de Dionísio Cerqueira (SC)  tombar na BR-280, em Marmeleiro, no Paraná. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF).


A PRF informou que o caminhoneiro seguia sentido à Flor da Serra do Sul, quando em uma curva perdeu o controle, saiu da pista e em seguida, o caminhão tombou.


Ainda de acordo com a polícia, o homem ficou preso sob o caminhão e não resistiu aos ferimentos, morrendo no local. O caminhão estava carregado com bobinas de papel.  


O corpo foi removido ao Instituto Médico Legal (IML) de Francisco Beltrão.

Fonte: Diário da Informação.

Advogada aponta ‘pacto’ entre governo e Prevent Senior por ‘kit covid’.

A advogada Bruna Morato, representante de médicos que denunciam a rede Prevent Senior por fraudes na pandemia, acusou nesta terça-feira, 28, o governo de Jair Bolsonaro de firmar um “pacto” com a operadora de saúde para validar o tratamento da covid com medicamentos sem eficácia comprovada contra a doença – o chamado “kit covid”. O objetivo, segundo ela, era usar um estudo realizado em hospitais da rede para validar o discurso do Palácio do Planalto contrário ao isolamento social e ao lockdown, adotados como forma de evitar a propagação do vírus.


Em um depoimento de mais de seis horas à CPI da Covid, no Senado, Morato disse que a estratégia estava alinhada com interesses do Ministério da Economia e era intermediada por integrantes do chamado “gabinete paralelo”, formado por médicos defensores do chamado “tratamento precoce”, que prestou assessoria informal a Bolsonaro durante a pandemia. A advogada citou como parte do grupo a oncologista Nise Yamaguchi, o virologista Paolo Zanotto e o toxicologista Anthony Wong, que morreu de covid num hospital da rede, mas teve a informação omitida da declaração de óbito.


Bolsonaro chegou a divulgar em suas redes sociais informações sobre o suposto estudo com o “kit covid”.


O alinhamento da Prevent Senior com o governo, de acordo com Morato, começou no ano passado, após críticas do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta à subnotificação de mortes de pacientes e ao atendimento da operadora a idosos. Ela relatou que o diretor executivo da empresa, Pedro Benedito Batista Júnior, tentou “se aproximar do Ministério da Saúde”, mas não conseguiu.


“Ele tentou se aproximar, então, de supostos assessores que estariam orientando o governo federal. Esses assessores estariam alinhados com os interesses do Ministério da Economia”, disse a advogada. Questionada por senadores sobre quais integrantes da pasta conversaram com a Prevent Senior, Morato disse que não tinha a informação. “Em nenhum momento eu recebi nenhuma informação que descrevesse nome ou participação dessas pessoas.”


A advogada disse que os relatos recebidos pelos médicos eram de “um interesse” da Economia para que o País não parasse e que, se houvesse lockdown, haveria uma grande perda econômica. “O que eles (médicos) me explicaram foi o seguinte: existe um interesse do Ministério da Economia para que o País não pare. Se nós entrarmos nesse sistema de lockdown, nós teríamos um abalo econômico muito grande. Então, existia um plano para que as pessoas pudessem sair às ruas sem medo”, disse Morato. “O que eles tinham que fazer era conceder esperança para que as pessoas saíssem às ruas, e essa esperança tinha um nome: hidroxicloroquina”, completou, citando um dos medicamentos do kit covid.


“A Prevent Senior entra pra corroborar essa possibilidade, ou seja, a possibilidade de as pessoas se exporem mais ao vírus cientes de que existe uma possível cura ou um possível tratamento”, afirmou Morato.


A Prevent Senior se tornou alvo da CPI após um grupo de 15 médicos que atuaram na operadora entregar um dossiê aos parlamentares em que acusam a rede de servir como uma espécie de “laboratório” do “kit covid”. Segundo a denúncia, pacientes não eram informados sobre o tratamento e atestados de óbitos eram fraudados para omitir que a morte foi causada pela doença. A empresa nega as acusações e se diz alvo de difamação.


Advogada diz que rede demitia médicos que não receitavam kit covid


No seu depoimento, Morato relatou aos senadores que médicos e enfermeiros da Prevent Senior chegaram a trabalhar infectados pelo novo coronavírus devido a “escassez do corpo clínico” da empresa. Ela apontou também que os profissionais de saúde da rede não tinham autonomia e a operadora demitia quem não receitava o “kit covid”. “Os médicos eram, sim, orientados à prescrição do kit. E esse kit vinha num pacote fechado e lacrado, não existia autonomia com relação até à retirada de itens desse kit”, afirmou. “Quando o médico queria tirar algum kit, ainda que ele riscasse na receita, o paciente o recebia completo.”


De acordo com a advogada, a insistência da rede com esses remédios ocorreu também como parte de uma estratégia para redução de custos. A representante dos médicos disse ter encaminhado à CPI mensagens de texto de integrantes da empresa que, segundo ela, “mostram que a Prevent Senior não tinha a quantidade de leitos necessários de UTI e que, por isso, orientava que fosse feito o tratamento precoce”. A média de idade dos associados da operadora, segundo a advogada, é de 68 anos.


“É muito mais barato para a operadora de saúde disponibilizar determinados medicamentos do que efetivamente fazer a internação daqueles pacientes”, afirmou. Segundo a advogada, em outras situações, após um período de internação de mais de 14 dias, pacientes eram submetidos a um protocolo de tratamento paliativo, que incluía a redução da oxigenação. “A expressão que eu ouvi ser muitas vezes utilizada é óbito também é alta”, disse Morato.


Senadores pedem que ANS e conselhos sejam investigados


Os relatos da advogada levaram os senadores a pedir que o Conselho Federal de Medicina (CFM), o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), vinculada ao Ministério da Saúde, sejam investigados pela Procuradoria da República e pela Polícia Federal por suposta omissão no caso.


O pacto com o governo federal, segundo Morato, deu “segurança” à Prevent Senior de que a rede “não sofreria fiscalização do Ministério da Saúde ou de outros órgãos vinculados” à pasta.


“Nós estamos assistindo a um escândalo macabro com sinais tristes de eugenia. Algo que revela o quanto é triste esta página da história brasileira que nós estamos vivendo”, afirmou vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), ao fim do depoimento.


Prevent Senior nega acusações; Planalto não se pronuncia


A rede Prevent Senior, acusada de fraudes e irregularidades por um grupo de médicos, afirmou em nota que repudia o que chamou de “acusações mentirosas levadas anonimamente à CPI da Covid e à imprensa”. Segundo a empresa, o depoimento da advogada Bruna Morato “confirma que se tratam de acusações infundadas, que têm como base mensagens truncadas ou editadas vazadas à imprensa e serão desmontadas ao longo das investigações”.


“A Prevent Senior estranha o fato de a advogada manter no anonimato os supostos médicos autores da acusação. A empresa ainda não teve acesso aos autos da CPI para fazer sua ampla defesa”, relatou a empresa.


A operadora também diz que Morato “tentou fechar um acordo para não levar o caso à CPI”, mas a empresa não concordou. Questionada ontem por senadores qual seria este acordo, Morato confirmou a tentativa, mas que não envolvia dinheiro.


Um dos pedidos, segundo ela, era de que a rede “assumisse publicamente” que o estudo com o “kit covid” não foi conclusivo. Também solicitou que o protocolo fosse tratado como “institucional” e que assumisse a responsabilidade diante de possíveis ações de indenização por dano material ou moral em virtude dos remédios.


A operadora de saúde registrou que já aplicou “cerca de 500 mil testes em que constatou o contágio de 56 mil pacientes”. Segundo a Prevent Senior, “7% redundaram em mortes”. “Todos os casos foram rigorosamente notificados. A Prevent Senior sempre respeitou a autonomia dos médicos, nunca demitindo profissionais por causa de suas convicções técnicas”, diz.


Também em nota, o Conselho Federal de Medicina disse “repudiar veementemente as acusações falaciosas proferidas por senadores”. Segundo o órgão de classe, ” qualquer denúncia contra médicos deverá ser apurada inicialmente pelo Conselho Regional de Medicina, no Estado em que ocorreu o atendimento”.


Procurado, o Ministério da Economia disse que não iria comentar as acusações feitas pela advogada.


O Palácio do Planalto e os médicos Nise Yamaguchi e Paulo Zanotto não se manifestaram.

Fonte: CGN.

ANS autua Prevent Senior por não avisar pacientes sobre ‘kit covid’.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autuou a operadora de plano de saúde Prevent Senior por não informar aos pacientes e seus familiares que eles estavam sendo medicados com o chamado “kit covid”. A infração é punida com multa de R$ 25 mil, valor que pode aumentar conforme o número de pessoas atingidas. O auto de infração foi lavrado na tarde de segunda-feira, 27, e anunciado pela ANS na noite desta terça-feira, 28. Segundo a Agência, a operadora tem dez dias para apresentar sua defesa.


“No curso das apurações relacionadas a denúncias contra a Prevent Senior, foram verificados elementos que contradizem a versão inicial apresentada pela operadora”, diz nota da ANS. “Foram constatados indícios de infração para a conduta de ‘deixar de comunicar aos beneficiários as informações estabelecidas em lei ou pela ANS’, tipificada no art. 74 da Resolução Normativa nº 124 de 2006, e a ANS lavrou um auto de infração na tarde do dia 27. A operadora tem 10 dias contatos a partir dessa data para apresentar sua defesa”, segue a nota.


A ANS informou também que segue analisando denúncias sobre cerceamento ao exercício da atividade médica aos prestadores vinculados à rede própria da operadora Prevent Senior.


Outras operadoras


Paralelamente, a ANS informou ter realizado, também na segunda-feira, diligências na sede da operadora Hapvida, em Fortaleza, e na sede da operadora São Francisco, em Ribeirão Preto. Embora faça parte do Grupo Hapvida desde 2019, a operadora São Francisco tem CNPJ próprio, devendo obedecer à legislação de saúde suplementar e estando sujeita a sanções caso cometa infrações.


Durante as diligências, foram solicitados esclarecimentos a respeito das denúncias sobre cerceamento ao exercício da atividade médica aos prestadores vinculados à rede própria da operadora e sobre a assinatura de termo de consentimento, pelos beneficiários atendidos na rede própria, para a prescrição do chamado “Kit Covid”.


Para a instrução dos processos que tramitam na ANS, foi concedido prazo de cinco dias úteis para envio de documentação, pelas operadoras.


Até a publicação desta reportagem, o Estadão não havia conseguido ouvir as operadoras sobre as medidas da ANS.

Fonte: CGN.

Nota Paraná já distribuiu mais de R$ 246 milhões em prêmios aos consumidores.

Instrumento de educação fiscal e de cidadania, o Programa Nota Paraná, do Governo do Estado, repassou mais de R$ 246 milhões em prêmios aos consumidores e instituições sociais, desde a sua criação, em 2015. Pelo programa, além do prêmio, é devolvida ao cidadão parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço (ICMS) recolhido nas compras no varejo. No total, somando os prêmios e créditos do ICMS, a devolução ultrapassa R$ 2 bilhões.


Em 2020, o Nota Paraná aumentou o valor do prêmio principal para R$ 1 milhão e, com isso, já transformou 20 cidadãos em milionários. No período de março de 2020 até setembro de 2021 foram distribuídos R$ 53,2 milhões em prêmios, sendo R$ 47,6 milhões pelo Nota Paraná e R$ 5,6 milhões pelo Paraná Pay – projeto vinculado ao Nota Paraná, criado para fomentar o turismo regional e incentivar o consumo em milhares de estabelecimentos paranaenses.


Executado pela Secretaria estadual da Fazenda, o Nota Paraná também ajuda a fiscalizar empresas e combater a sonegação fiscal. “A nota fiscal é a garantia de que o imposto que o contribuinte paga chegue aos cofres do Estado, para que possa ser aplicado nas áreas de educação, saúde, segurança”, explica o secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior. 


“A emoção, a alegria e a surpresa tomam conta desde o momento em que ficamos sabendo a cidade do ganhador do prêmio máximo de R$ 1 milhão até a entrega simbólica do cheque. Prestamos suporte e esclarecemos todas as dúvidas, até que o valor seja creditado na conta bancária. É sem dúvida uma realização profissional”, comenta a coordenadora do programa Marta Gambini. 


REGULAMENTO – De acordo com o regulamento de sorteios do Nota Paraná, os ganhadores de prêmios acima de R$ 20 mil autorizam a liberação da imagem e nome, para a transparência do programa perante a sociedade.


“A Secretaria da Fazenda tem o direito, por força de regulamento, de apresentar para a sociedade de qual cidade é o ganhador e divulgar fotos”, enfatiza Marta Gambini. A Secretaria da Fazenda toma os devidos cuidados em não divulgar bairro e nome completo do ganhador para fins de privacidade e segurança. 


Os prêmios e o crédito gerado pela devolução de parte do ICMS recolhido pelos estabelecimentos comerciais, podem ser compensados em conta bancária ou usados para abatimento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Outra opção é doar a entidades sem fins lucrativos. As doações são feitas através do depósito da nota fiscal em uma urna da própria entidade ou através do aplicativo.   


O cálculo do crédito de cada nota fiscal é feito sempre no terceiro mês após a compra. Por exemplo, as compras efetuadas em julho/2021 serão calculadas em outubro/2021, e assim sucessivamente. Esse é o prazo para que as informações necessárias para o cálculo dos créditos, como o recolhimento do imposto pelo estabelecimento comercial, as notas fiscais com o CPF do contribuinte ou as doadas para as instituições, cheguem à Secretaria da Fazenda. 


PARANÁ PAY –Fomentar o turismo regional e incentivar o consumo em milhares de estabelecimentos paranaenses, ajudando na retomada do pós-pandemia, é o objetivo principal do Paraná Pay. O programa é mais uma opção para a utilização de créditos do Nota Paraná: o pagamento direto para estabelecimentos que oferecem serviços ou produtos de empresas cadastradas no Cadastur, como hotéis, restaurantes, pousadas, empresas de transporte.  


São 8 mil prêmios de R$ 100,00 que podem ser utilizados em estabelecimentos turísticos em todo o Estado. Após o cadastro, os empresários devem fazer contato com o banco Senff.

Fonte: AEN