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Após temporal 60 mil consumidores estão sem energia no Paraná.
A Copel informa que um forte temporal, acompanhado de rajadas de vento, atingiu o Paraná na manhã desta quarta-feira (29), provocando interrupções no fornecimento de energia em todas as regiões do estado.
Neste momento, cerca de 60 mil clientes estão sem energia
em todo o estado.
Todas as equipes de
campo da companhia estão mobilizadas para atender as ocorrências e restabelecer
o fornecimento o mais rapidamente possível. A Copel reforça que os serviços de
recomposição da rede são dinâmicos e que o número de interrupções tende a
diminuir conforme o avanço dos trabalhos.
Do total de
desligamentos, 33 mil estão na Região Metropolitana de Curitiba e no Litoral
11,6 mil, no Centro-Sul 11,2 mil, no Norte 2,5 mil, no Sudoeste 615, no
Noroeste 489 e 1,9 mil unidades consumidoras na região Oeste.
Segurança:
A Copel orienta que, em
caso de desligamentos e situações de risco, os clientes acionem a companhia
pelos canais de atendimento e mantenham distância de locais onde haja fios
caídos ou postes quebrados.
Canais para registro de falta de luz:
- Aplicativo da Copel (Android e
iOS) (https://www.copel.com/site/aplicativo/)
- Aqui pelo site
(https://www.copel.com/site/copel-distribuicao/falta-de-luz/)
- WhatsApp
(https://wa.me/554130138973)
Para situações de risco ou falta de luz, ligue 08005100116.
Sem internet, é possível ainda enviar uma mensagem de texto
(SMS) para o número 28593, com as letras “SL” e o número da unidade
consumidora.

Empréstimos para aposentados e pensionistas do INSS, com segurança e com uma empresa especializada.

Ônibus com cerca de 15 trabalhadores tomba na BR-180 e
mobiliza equipes de resgate entre Cascavel e Juvinópolis. Nesta quinta-feira.
Uma grande mobilização
de equipes de resgate foi registrada na madrugada desta quinta-feira (30) após
o tombamento de um ônibus na BR-180, entre Cascavel e o distrito de
Juvinópolis.
O acidente envolveu um
ônibus que transportava cerca de 15 trabalhadores que seguiam para Cascavel,
onde atuariam em empresas e cooperativas da cidade. Diante da possibilidade de
múltiplas vítimas, foram deslocadas equipes do Siate, Samu, o caminhão Auto Bomba
Tanque e Resgate (ABTR) e o médico de área.
Ao chegarem ao local,
os socorristas encontraram o veículo tombado às margens da rodovia. Conforme as
informações apuradas, o motorista perdeu o controle da direção, fazendo com que
o ônibus saísse da pista e tombasse em um trecho sem acostamento.
Apesar da gravidade da
cena, apenas duas pessoas receberam atendimento no local e recusaram
encaminhamento hospitalar. Nenhum dos ocupantes precisou ser levado a uma
unidade de saúde.
As causas do acidente
ainda deverão ser apuradas. As condições da pista, que estava úmida devido às
pancadas de chuva registradas durante a madrugada, podem ter contribuído para o
tombamento.
Após o atendimento da
ocorrência e a remoção dos riscos, a rodovia foi liberada e o trânsito voltou a
fluir normalmente.

A cada 20 litros, consumidor recebia 300 ml a menos, aponta
fiscalização em posto de combustíveis.
A Polícia Civil do
Paraná (PCPR) e o Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (IPEM-PR) realizaram,
nesta quarta-feira (29), uma ação de fiscalização em postos de combustíveis no
município de Santa Tereza do Oeste.
A investida foi
desencadeada após o registro de inúmeros boletins de ocorrência relatando
suspeitas de adulteração de combustíveis e de fornecimento de volume inferior
ao indicado nas bombas, condutas que, em tese, configuram crimes previstos na
Lei nº 8.176/1991 e na Lei nº 8.137/1990.
Durante a operação,
foram constatadas irregularidades em um posto de combustíveis de grande
movimentação, localizado no Distrito de Santa Maria, às margens da BR-163,
importante corredor logístico da região.
Na fiscalização, o
IPEM-PR constatou que uma bomba de abastecimento composta por seis bicos
fornecia quantidade inferior à registrada ao consumidor. Os testes demonstraram
que, a cada 20 litros indicados na bomba, eram efetivamente entregues cerca de
300 mililitros a menos, índice muito superior ao limite de tolerância permitido
pela regulamentação metrológica. A bomba irregular foi interditada
administrativamente.
Foi conduzido à Delegacia
de Polícia o gerente do posto, responsável pela administração do
estabelecimento. A legislação admite a responsabilização tanto do proprietário
quanto do gerente que detenha a gestão do empreendimento.
Após a lavratura do
auto de prisão em flagrante, foi arbitrada fiança no valor de R$ 10.000,00, a
qual foi recolhida, permitindo que o conduzido responda ao procedimento em
liberdade.
O inquérito policial
prosseguirá para apurar a eventual responsabilidade criminal dos proprietários
do posto, caso seja demonstrado que tinham conhecimento ou anuíram dolosamente
às irregularidades constatadas durante a fiscalização.
A PCPR ressalta a
importância de ações integradas para proteger os consumidores, assegurar a
regularidade da comercialização de combustíveis e demais bens de consumo e
reprimir fraudes que causem prejuízo à coletividade.
Fonte CGN

Retorno de professor
denunciado por suposto assédio termina em protesto em colégio de São José dos
Pinhais; defesa nega.
O retorno de um
professor ao Colégio Estadual Costa Viana, em São José dos Pinhais, na Região
Metropolitana de Curitiba (RMC), terminou em uma nova confusão na manhã desta
quarta-feira (29).
Segundo o relato da mãe
de uma aluna, estudantes iniciaram um protesto após uma aluna afirmar ter sido
vítima de um episódio de assédio envolvendo o docente.
Durante a ocorrência, a
direção acionou a Patrulha Escolar para atender o caso.
De acordo com a mãe, os
alunos que estavam em sala de aula não receberam informações sobre o que
acontecia e permaneceram dentro das salas até que a situação fosse controlada.
Ela afirma que a filha
e outros estudantes entraram em pânico ao ouvir gritos pelos corredores e
chegaram a acreditar que se tratava de um ataque à escola.
Em um áudio enviado à
mãe, a estudante relatou que os professores orientaram os alunos a permanecerem
nas salas.
“Mãe do céu, os
professores não estavam deixando a gente sair da sala porque falaram que a
gente tinha que aguentar.
Alguns meninos que
conseguiram ir ao banheiro porque estava muito apertado falaram que tinha
protesto, que não estava conseguindo passar pelo corredor. Eles tiveram que
voltar para a sala porque não estavam conseguindo passar”.
O mesmo professor já
havia protagonizado outro episódio no início de julho. Na ocasião, ele e os
dois filhos foram ameaçados de morte por alunos na saída do colégio, após uma
confusão em sala de aula.
Segundo a defesa do
docente, estudantes tentaram agredi-lo dentro da escola e, posteriormente, o
aguardaram do lado de fora, onde foram registradas ameaças.
À época, a advogada do
professor informou que buscava medidas administrativas e judiciais para
garantir a segurança dele e dos filhos.
Segundo a mãe, ela
teria recebido, inicialmente, uma mensagem do colégio informando que a saída
dos estudantes seria feita pela secretaria da escola, em vez do portão
principal.
Pouco depois, passou a
receber mensagens da filha dizendo que os alunos haviam sido orientados a não
deixar as salas. “Ela começou a me ligar chorando, desesperada.
Eles ouviam gritos do
lado de fora e não sabiam o que estava acontecendo. Passou mil e uma coisas na
cabeça deles.
Ela achou que pudesse
ser um ataque, porque ninguém explicava o que estava acontecendo” relatou.
Ainda conforme a mãe,
após entrar em contato com a escola, ela foi informada de que o protesto teria
começado depois que uma aluna se sentiu assediada pelo professor, informação
que, segundo a Secretaria de Estado da Educação (SEED-PR), será apurada pelos
canais competentes.
“A escola respondeu que
esse professor retornou para dar aula e, quando ele voltou, houve um novo
episódio de assédio e essa menina começou a gritar.
Os outros alunos se
revoltaram e começaram um protesto” afirmou. A mãe também disse que uma criança
passou mal durante a confusão.
Segundo ela, a direção
informou que o atendimento do Samu ocorreu porque o estudante apresentou uma
reação alérgica, sem relação direta com o protesto.
Ela ainda criticou a
decisão de manter os alunos nas salas durante o tumulto. “O que eu achei mais
errado foi segurar as outras crianças e não comunicar os pais para irem buscar.
A intenção era não
criar pânico, mas, para mim, acabou criando ainda mais”.
Em nota enviada à Banda
B, a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (SEED-PR) informou que o Núcleo
Regional de Educação acompanha a situação registrada no Colégio Estadual Costa
Viana, em São José dos Pinhais.
A pasta confirmou que a
direção acionou a Patrulha Escolar como medida preventiva e informou que o
policiamento permanecerá na unidade nesta quinta-feira (30), para reforçar a
segurança da comunidade escolar.
Leia a nota completa:
“O Núcleo Regional de Educação acompanha a situação registrada nesta
quarta-feira (29) no Colégio Estadual Costa Viana, em São José dos Pinhais.
Como medida preventiva,
a direção da escola acionou a Patrulha Escolar, que atendeu à ocorrência.
Como ação de apoio e
prevenção, a Patrulha Escolar manterá acompanhamento da unidade de ensino nesta
quinta-feira (30), em articulação com a direção da escola, contribuindo para a
segurança da comunidade escolar e para o regular desenvolvimento das atividades
escolares.
O Núcleo Regional de Educação
permanece acompanhando o caso e adotando as providências administrativas
cabíveis e comunicando à Secretaria de Estado da Educação do Paraná (SEED-PR).
A SEED-PR reforça que
todas as denúncias serão devidamente apuradas por meio dos canais e procedimentos
administrativos competentes, com observância do devido processo legal,
assegurando o direito ao contraditório e à ampla defesa. “
Em nota enviada à Banda
B, a defesa do professor negou as acusações de assédio e afirmou que o docente
“jamais praticou qualquer ato de assédio ou de conduta inadequada” contra
alunas ou qualquer outra pessoa.
Segundo a advogada
Fernanda Vargas, o profissional leciona há mais de dez anos no Colégio Estadual
Costa Viana e, nesse período, não teria recebido reclamações formais na
instituição nem registros na esfera criminal.
A defesa sustenta que
não há provas das acusações e afirma que o professor é, na verdade, vítima de
ameaças desde o início do mês. “Quem figura como vítima nesta história é o
professor.
Desde o dia 2 de julho
de 2026, ele sofre ameaças de morte praticadas nas dependências da escola” diz
um trecho da nota.
Ainda conforme o
documento, as ameaças teriam se repetido durante a manifestação desta quarta-feira
(29), realizada no pátio do colégio.
A defesa afirma que o
protesto foi organizado por meio de uma rede social e que houve necessidade de
intervenção da Guarda Municipal e da Polícia Militar.
Também alega que duas
pessoas maiores de idade, que não pertenciam ao corpo discente, entraram na
escola sem autorização e contribuíram para o aumento da tensão.
A advogada diz que o
professor não se opõe às investigações e, ao contrário, defende que todos os
fatos sejam apurados.
“A defesa não teme
apuração alguma – ao contrário, a exige“, afirma a nota, que pede a
investigação tanto das acusações quanto das ameaças de morte e dos atos de
incitação praticados contra o professor.
Por fim, a defesa
informou que monitora as publicações relacionadas ao caso e que adotará medidas
cíveis e criminais contra pessoas que, segundo a advogada, tenham cometido
crimes como calúnia, difamação, injúria, ameaça ou incitação.
A nota conclui afirmando que o professor continuará exercendo a profissão e que sua trajetória profissional é marcada por um histórico sem registros de reclamações formais.

Acusado de mais de 30 estupros e assassinatos de crianças, incluindo um menino de Marmeleiro, morre na prisão.
Morreu no dia 23 de
julho de 2026, no Complexo Médico Penal, em Curitiba, José Airton Pontes, de 70
anos.
Ele cumpria pena por
crimes praticados contra crianças e adolescentes e estava preso desde 2005. A
causa da morte foi um câncer.
O caso ganhou grande
repercussão no Paraná após o assassinato do menino Renato Renan Poronizak, de 7
anos, ocorrido em Marmeleiro, no Sudoeste do Estado.
O crime em 2005, José
Airton chegou a Marmeleiro apresentando-se como missionário evangélico e
aproximou-se da família da criança.
Segundo as
investigações, ele levou o menino até uma área de mata na comunidade de Rio
Verde, sentido Flor da Serra do Sul, onde o crime foi cometido.
O corpo foi localizado
após uma força-tarefa que mobilizou equipes policiais e voluntários.
A investigação O caso
foi investigado pela então 19ª Subdivisão Policial de Francisco Beltrão.
A equipe, coordenada
pelo delegado-chefe Ivonei Oscar da Silva e pelo delegado-adjunto Luiz Rogério
Sodré, realizou diligências em diversas cidades do Paraná e de Santa Catarina.
Entre os investigadores
estava Valderez Luiz Scalco, atualmente delegado-chefe da Escola Superior da
Polícia Civil do Paraná.
Após dias de intensas
buscas, José Airton foi localizado e preso em Pinhalzinho (SC).
Confissões e outros crimes
após a prisão, ele confessou o homicídio de Renato e prestou depoimentos sobre
outros crimes praticados ao longo de sua trajetória.
Foi durante os
interrogatórios que a polícia percebeu estar diante de um dos maiores
criminosos em série do país.
As investigações
apontaram seu envolvimento em mais de 30 casos de violência sexual contra
crianças e confirmaram sua responsabilidade em pelo menos três homicídios.
Também houve
investigações relacionadas a desaparecimentos e mortes de crianças em outros
estados, embora parte desses casos não tenha sido totalmente esclarecida.
Entre os fatos apurados
pela polícia estão: Prisões anteriores em Santa Catarina por crimes contra
crianças; O homicídio da menina Jéssica Morais de Oliveira, de 8 anos, em
Curitiba, esclarecido após sua prisão em Marmeleiro; Um caso registrado em
Espírito Santo do Turvo (SP), onde utilizava a identidade de um familiar.
Além disso, ele foi
investigado por ocorrências registradas em Ji-Paraná (RO), Lucas do Rio Verde
(MT) e Joinville (SC).
Condenação Pelo
homicídio de Renato Renan Poronizak, José Airton foi condenado pelo Tribunal do
Júri da Comarca de Francisco Beltrão a 50 anos de prisão.
Inicialmente cumpriu
pena na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão.
Nos últimos anos, em
razão do tratamento contra um câncer, foi transferido para o Complexo Médico
Penal de Curitiba, onde morreu após cerca de 21 anos de prisão.
Caso marcou a história
da região O assassinato de Renato Renan Poronizak teve grande repercussão no
Paraná e é considerado um dos casos criminais mais marcantes da história do
Sudoeste do Estado.
A investigação
conduzida pela Polícia Civil foi fundamental para a prisão do condenado e para
o esclarecimento de outros crimes atribuídos a ele.
O PPNews acompanhou
toda a investigação desde a prisão de José Airton, em 2005, registrando os
principais desdobramentos de um dos casos de maior repercussão da região.
*Pesquisa e
levantamento realizados pelo PPNews.

PRF e Receita Federal apreendem carga de cigarros
contrabandeados na BR-277.
Uma ação conjunta
realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pela Receita Federal do
Brasil resultou na apreensão de uma carga ilegal de cigarros de origem
estrangeira no oeste do Paraná.
A abordagem ocorreu no
fim da noite de quarta-feira (29), por volta das 20h50, no quilômetro 614 da
rodovia BR-277, no município de Santa Tereza do Oeste.
Durante a fiscalização
de rotina, as equipes abordaram um automóvel modelo Chevrolet Spin que
transportava o motorista e um passageiro.
Ao realizarem a
vistoria no interior do veículo, os agentes localizaram duas malas no
compartimento de bagagens contendo grande quantidade de maços de cigarros
importados sem a devida documentação de liberação aduaneira.
De acordo com as
informações apuradas no local, o passageiro havia contratado o transporte na
rodoviária de Céu Azul com destino a Cascavel para realizar a entrega das
bagagens com o material ilícito. Durante o procedimento, a equipe também
verificou irregularidades na autorização para prestação do serviço de transporte
e constatou que o veículo já possuía histórico de fiscalização recente com
apreensão de mercadorias similares no interior do estado.
Diante da configuração,
em tese, do crime de descaminho, o automóvel, a mercadoria e os envolvidos
foram encaminhados à sede da Receita Federal do Brasil em Cascavel para a
adoção dos procedimentos legais cabíveis, onde o veículo foi devidamente
lacrado para a contagem e valoração oficial dos bens apreendidos.

Caminhão sai da pista e
cai em ribanceira; motorista ficou ferido.
Um motorista de 38 anos
ficou ferido após um grave acidente registrado na manhã desta quarta-feira
(29), na PR-481, em Ampére.
O tombamento aconteceu
por volta das 9h45, no trecho da rodovia que liga o município a Santo Antônio
do Sudoeste.
O acidente envolveu um
caminhão caçamba carregado com pedras, que era ocupado apenas pelo condutor.
Conforme as informações
apuradas no local, o veículo seguia em direção a Santo Antônio do Sudoeste
quando, em uma curva antes da ponte sobre o Rio Capanema, no limite entre os
dois municípios, saiu da pista, tombou e desceu uma ribanceira, parando em uma
área de lavoura.
Com o impacto, a cabine
do caminhão ficou completamente destruída. De acordo com o comandante da
Brigada Comunitária de Ampére, sargento Murilo Reis, quando as equipes de
resgate chegaram ao local o motorista já estava do lado de fora do veículo.
Ainda não há
confirmação se ele foi ejetado durante o acidente ou se conseguiu sair da
cabine antes da batida.
A vítima, que a
princípio é moradora de Realeza, sofreu ferimentos de média gravidade.
O atendimento inicial
foi realizado por equipes do SAMU e da Brigada Comunitária de Ampére.
Após ser estabilizado,
o motorista foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Santa Rita, em Ampére, e
posteriormente transferido para Francisco Beltrão. O nome do condutor não foi
informado.
Informações Rádio
Ampére

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